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Saiba qual país proibiu a venda de iPhones

Apple está proibida de comercializar o iPhone 12, 13 e iPad Pro na Colômbia
Apple está proibida de comercializar o iPhone 12, 13 e iPad Pro na Colômbia
  • Motivo seria uma infração nas patentes da empresa de tecnologia sueca Ericsson;

  • iPhones 12 e 13, que tem conectividade 5G, e o iPad pro 5G não poderão ser vendidos no país;

  • Colômbia é um mercado pequeno para a Apple, mas decisão pode ser copiada ao redor do mundo.

A Colômbia, nossa vizinha sul-americana, proibiu a venda dos smartphones iPhone 12, iPhone 13 e iPad Pro 5G no país. O motivo é uma infração de patentes pela Apple. A decisão veio após um processo da empresa sueca de tecnologia Ericsson, que afirma que a companhia americana infringiu suas patentes 5G sem ter pagado as devidas licenças.

Após a derrota nos tribunais, a Apple deverá não só deixar de vender os modelos mais recentes de seus aparelhos no país, aqueles com conectividade 5G, mas também deverá avisar à lojas parceiras, varejistas, plataformas de comércio eletrônico e proprietários de plataforma de mídia social e de massa sobre a proibição, de modo a garantir a conformidade da lei.

A Apple está tentando lutar em duas frentes para garantir sua receita. A primeira é no próprio terreno colombiano, onde está sendo acusada de hipocrisia por já ter se utilizado dos mesmos preceitos legais para fazer valer suas propriedades intelectuais. E em segundo a empresa americana abriu nos Estados Unidos um processo de indenização contra a Ericsson para reaver a receita perdida na Colômbia.

No entanto, de acordo com o portal especializado em notícias da Apple, o 9to5Mac, a perda de receita no país sul-americano não é o que de fato preocupa a Apple. A Colômbia é um mercado pequeno para as vendas de iPhone e iPad, especialmente quando comparado aos maiores mercados da empresa, como os Estados Unidos e a China.

O problema é que, durante o andamento do caso, a Apple nunca negou que tenha infringido as patentes da Ericsson, o que, caso a empresa sueca queira continuar os processos em outros países, pode dar à gigante americana poucos argumentos de defesa.