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Colômbia registra 16,6% de desemprego urbano em maio

·2 minuto de leitura
Manifestantes em confronto com a polícia em Bogotá, em 29 de junho de 2021, na Colômbia

A Colômbia registrou taxa de desemprego urbano de 16,6% em maio se comparado aos 24,5% do mesmo mês no último ano, período em que o país ainda estava confinado pela pandemia, informou a autoridade estatística do país nesta quarta-feira (30).

Em maio houve "a conjunção de medidas de contenção sanitária" para deter o terceiro pico da pandemia e o "impacto econômico" gerado pelos protestos antigovernamentais que tomaram conta das ruas desde 28 de abril, informou Juan Daniel Oviedo, diretor do Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), em coletiva de imprensa.

Mas o número das 13 principais cidades e regiões metropolitanas - que serve de referência para o mercado - também mostra melhora diante dos 17,4% em abril.

A nível nacional, a taxa de desemprego situou-se em 15,6% em maio de 2021 frente a 21,4% no mesmo mês do ano anterior.

Os setores que mais contribuíram para a recuperação foram comércio e reparação de veículos (713 mil) e construção (448 mil).

Os colombianos saíram às ruas para protestar contra um aumento de impostos sugerido pelo presidente Iván Duque como forma de manter a ajuda aos mais pobres durante a pandemia.

A iniciativa, que segundo os críticos punia a classe média, foi deixada de lado, mas a repressão policial alimentou os protestos.

Embora o setor mais visível de manifestantes tenha suspendido as manifestações até 20 de julho, os protestos continuam em várias cidades, onde de forma frequente se transformam em tumultos na chegada da noite.

Segundo autoridades civis e a Defensoria do Povo, ao menos 63 pessoas morreram ao longo de dois meses após a intitulada greve nacional.

As manifestações são lideradas por jovens fortemente atingidos pela pandemia. Quase um terço (26,8%) das pessoas com idades entre 14 e 28 anos não estudam nem trabalham, de acordo com o DANE.

Já Cali (sudoeste), centro dos protestos junto com Bogotá, registrou a terceira taxa de desemprego (20%) do país em maio.

A informalidade atinge 47,2% da população urbana. Mas o número sobe para 69,1% em Cúcuta, a principal cidade fronteiriça com a Venezuela e a passagem de centenas de milhares de migrantes que fogem da crise econômica na antiga nação petrolífera.

Embora a Colômbia tenha permanecido confinado entre março e setembro de 2020, por causa da pandemia, as medidas de segurança foram reduzidas diante do colapso econômico.

Desde 6 de março de 2020, o país registrou mais de 4,2 milhões de casos e 105.934 mortes pela covid-19. As esperanças estão concentradas no lento processo de vacinação.

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