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Cofundador do Neuralink sugere ser possível recriar Jurassic Park

Wagner Wakka
·2 minuto de leitura

O cofundador da Neuralink, Max Hodak, é um daqueles excêntricos executivos que se lança à futurologia. Pelo Twitter, ele agora disse que seria possível recriar um Jurassic Park (sim, estamos falando do filme) na vida real já com tecnologia de hoje.

“Nós poderíamos construir um Jurrasic Park se quiséssemos. Não seriam dinossauros geneticamente autênticos, mas [emoji indicando um “tudo bem]. Talvez, 15 anos de reprodução + engenharia para chegar a novas espécies superexóticas”, disse pela rede social.

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A questão, contudo, não está exatamente em transformar um filme em realidade. A ideia passa por um conceito que os cientistas chamam de desextinção. Isso quer dizer que o processo de usar DNA e engenharia genética para recriar vidas extintas há anos, como os dinossauros.

“A biodiversidade (antifragilidade) definitivamente tem valor, a conservação é importante e faz sentido. Mas por que parar aí? Por que não tentamos intencionalmente gerar novas espécies?”, aponta Hodak.

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O questionamento dele até faz sentido e há tempos é palco de discussão na engenharia genética. Entretanto, o assunto passa por um dilema. Por um lado, de fato, a introdução de novas espécies colabora com o aumento da biodiversidade, o que pode ser positivo.

Contudo, a desextinção (o que seria geneticamente o nascimento de uma nova espécie) poderia colocar no ambiente formas de vida para um ecossistema que não está mais preparado para isso. Ou seja, há a possibilidade de desequilíbrio ambiental, algo que preocupa os cientistas.

Assim, a proposta de Hodak deve ficar apenas no campo das ideias mesmo.

Fonte: Canaltech

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