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Cofundador do Ethereum explica por que ele não liga mais para NFTs

·2 minuto de leitura
  • Anthony Di Ionio, cofundador do Ethereum, diz que o mercado de NFTs está “saturado”.

  • Ele afirma que muitos projetos surgindo não são “sexy”.

  • O desenvolvedor reclama que o mercado ficou saturado, mas aposta que ele tem futuro, ainda.

O desenvolvedor Anthony Di Ionio, cofundador da rede de blockchain Ethereum, a segunda criptomoeda mais valiosa do mundo, afirmou em entrevista à CoinDesk TV que os NFTs não são mais “muito interessantes“ para ele.

Leia também:

Apesar disso, Di ionio afirma que o mercado de tokens não-fungíveis ainda está amadurecendo, que há valor nele, e que os próximos anos devem mostrar a que o mercado veio.

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Para o desenvolvedor, o problema é que o mercado ficou saturado demais, com muita gente tentando ganhar dinheiro fácil vendendo suas artes digitais.

“Você tem muitos projetos surgindo que não são sexy de forma alguma”, disse. “Não me interessa muito mais.”

O desenvolvedor é conhecido também por ter feito fortuna como um investidor em bitcoin no início da criptomoeda.

NFTs

Os NFTs são uma espécie de “certificado de autenticidade” e de propriedade digital, que podem ser atribuídos a um determinado arquivo, seja ele um vídeo, uma imagem, ou clipe de música.

Esses certificados “existem” na blockchain, a mesma tecnologia que garante as autenticidades e controle dos bitcoins e outras criptomoedas.

Ou seja, esse sistema garante que um determinado arquivo seja único na rede, e não possa ser multiplicado indefinidamente, como geralmente ocorre em redes de troca de arquivo, por exemplo.

Isso confere um “status” a quem possui esse arquivo original, de forma semelhante ao que ocorre com obras de arte no mundo físico.

Quem possuir, por exemplo, um determinado arquivo de arte digital da cantora Grimes, esposa de Elon Musk, que tem usado a tecnologia dos NFTs, autenticado via tecnologia de NFT, será conhecido como único dono (ou um dos únicos, dependendo da quantidade de cópias autorizada pelo autor) daquele item na blockchain.

Complexo? Nem tanto. É só pensar como uma analogia para a lógica de propriedade, e de status, conferidas a quem negocia obras de arte no mundo físico. Por mais que possam existir cópias de pinturas de um determinado autor, o original sempre valerá (muito) mais.

Como garantir essa autenticidade no mundo digital? Usando tecnologia blockchain para fazer e controlar (em caso de transferência) o registro.

Até agora, Grimes já vendeu mais de R$ 34 milhões em artes digitais autenticadas com a tecnologia de NFT.

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