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‘O Código Bill Gates’: 4 curiosidades sobre o documentário da Netflix

Redação Finanças
Bill Gates, chairman of the Bill & Melinda Gates Foundation, attends the "Africa Leadership Meeting - Investing in Health Outcomes" held at a hotel in Addis Ababa, Ethiopia Saturday, Feb. 9, 2019. The meeting, which took place ahead of the 32nd African Union Summit, was "to launch a new initiative designed to help deliver increased, sustained and more impactful financing for health across Africa", according to the African Union. (AP Photo/Samuel Habtab)
Conheça curiosidades do passado de Bill Gates (AP Photo/Samuel Habtab)

Quem não tem curiosidade de saber qual é o passado de grandes nomes da história recente do mundo? O que aconteceu antes do sucesso e como chegaram onde chegaram? Esse é um dos pontos abordados no documentário que retrata a vida de Bill Gates, um dos maiores nomes da tecnologia e filantropia, e também um dos homens mais ricos do mundo.

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A mini série documental ‘O Código Bill Gates’, da Netflix, conta algumas particularidades que tornaram Gates quem ele é hoje. O doc foi dividido em três episódios, com cerca de 1h cada e foca bastante na ‘Fundação Bill & Melinda Gates’ e o trabalho que realizam em regiões mais pobres do planeta.

Separamos algumas delas para você conhecer a seguir:

Paul Allen não foi o primeiro melhor amigo de Gates

Uma curiosidade intrigante no documentário remete à história de início da Microsoft. Muita gente sabe que Gates fundou a Microsoft com Paul Allen, seu melhor amigo. O curioso é que antes de Allen, uma outra figura tinha bastante influência no seu círculo de amizades: Kent Evans. Na época de colégio, Evans e Gates eram melhores amigos. Nos primórdios pré-Microsoft, os dois trabalhavam juntos em um projeto para a escola em que estudavam. A ideia era finalizar um sistema para melhor controle de horários das centenas de estudantes do local, mas o projeto quase foi interrompido pela súbita morte de Kent, que se acidentou e quando praticava escalada.

Foi aí que Paul Allen entrou na equação, para ajudar Gates a entregar o trabalho de qualquer maneira. E assim, os dois se tornaram melhores amigos e, depois de um tempo, fundaram juntos a Microsoft.

Gates não era um jovem tão sociável

Gates sempre teve facilidade com números e preferia passar a maior parte do seu tempo livre lendo. Foi por conta da mãe dele que ele se tornou mais sociável: Mary Gates obrigava seu filho a ir a eventos e arranjava oportunidades para que o jovem Bill interagisse. Foi graças à esse esforço que Gates se tornou essa pessoa sociável que é hoje.

Filantropia veio tempos depois

Depois de estabilizar a Microsoft e garantir que ela estaria em boas mãos, Gates decidiu se dedicar a desenvolver soluções para grandes problemas do mundo. Foi com esse objetivo que ele criou a ‘Fundação Bill & Melinda Gates’. Em parceria com sua esposa, o executivo trabalha todos os dias para encontrar soluções focadas em acabar com doenças no mundo, com o aquecimento global, redução da pobreza e também promover equidade entre países.

Ele é um leitor compulsivo

Um dos grandes medos de Gates, segundo ele mesmo afirma no documentário, é que seu cérebro pare de funcionar. Talvez por isso ele seja esse leitor compulsivo, que devora os mais variados títulos disponíveis desde sempre. Estima-se que ele consiga ler 150 páginas por hora e regularmente anda acompanhado de uma bolsa com 14 exemplares de leitura. Inclusive, ele tem um site onde faz mensalmente resenhas sobre diversos livros.