Mercado abrirá em 40 mins
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,69 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,11 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,09
    +1,83 (+2,76%)
     
  • OURO

    1.781,70
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    47.440,29
    -1.938,73 (-3,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.207,43
    -234,33 (-16,25%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,72 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.173,76
    +51,44 (+0,72%)
     
  • HANG SENG

    23.349,38
    -417,31 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    27.927,37
    -102,20 (-0,36%)
     
  • NASDAQ

    15.637,00
    -80,75 (-0,51%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3886
    -0,0067 (-0,10%)
     

Cobrança pelo Whatsapp é legal; veja como reconhecer a autenticidade e evitar golpes

·2 min de leitura

Cada vez é mais comum que cobranças de dívidas sejam feitas por WhatsApp em vez de ligações telefônicas. A prática não é ilegal. No entanto, antes de fazer o pagamento é preciso tomar alguns cuidados para reconhecer a autenticidade do credor e não cair em golpes.

Segundo o especialista em recuperação de crédito e fraudes digitais, Afonso Morais, do escritório Morais Advogados, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) já autoriza cobranças pelo aplicativo de mensagens desde 2013. A popularização veio com a pandemia e, hoje, diversas prestadoras de serviços e empresas de telefonia já usam este canal.

Para ele, a modalidade traz benefícios, como poder negociar com mais cautela, quando tiver disponibilidade, sem precisar responder às propostas durante uma ligação na frente de outras pessoas.

Cálculo:

— Muitas pessoas têm vergonha de falar no telefone sobre a dívida. Então, por mensagem, podem responder quando estiverem sozinhas, além de ter mais tempo para avaliar se o parcelamento é vantajoso e se cabe de fato no orçamento — opina Morais.

O advogado alerta, porém, que as empresas precisam respeitar algumas regras básicas: não enviar mensagens todos os dias, dando um espaçamento mínimo de 48 horas entre os contatos, não fazer ameaças para pressionar o pagamento nem usar palavras desrespeitosas.

O consumidor, por sua vez, deve ficar atento se o contato é realmente do credor e não de um golpista. Nesse caso, não deve passar dados pessoais, clicar em links ou acreditar em descontos aparentemente muito vantajosos.

— As cobranças normais não têm descontos absurdos. Isso só acontece quando a dívida é muito antiga, de anos, ou em feirões limpa nome. Por isso, o cidadão deve desconfiar de propostas boas demais — aconselha o especialista em fraudes digitais.

1) No primeiro contato, a empresa deve se identificar

Se desconfiar que se trata de um golpista, entre em contato com os canais oficiais de atendimento da empresa e verifique a autenticidade da cobrança. Pergunte também se a companhia tem a prática de fazer cobranças por WhatsApp.

2) Não clique em links

Ao fazer uma cobrança, a empresa não vai mandar nenhum link para que o cliente clique. Após a negociação entre as partes, é emitido um boleto para a quitação.

3) Avalie se a proposta é coerente

Veja se o desconto é compatível com a dívida ou se é vantajoso demais. Se a proposta for muito boa, desconfie.

4) Confira os dados

Na hora de fazer o pagamento, confira o código do banco e o nome do beneficiário. Não faça depósitos e transferências para pessoas físicas, ainda que se identifiquem como representantes legais da empresa. É necessária a apresentação de um CNPJ.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos