Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.068,55
    -1.120,02 (-1,02%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.725,96
    -294,69 (-0,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,40
    -1,85 (-2,49%)
     
  • OURO

    1.799,00
    +16,60 (+0,93%)
     
  • BTC-USD

    16.840,36
    -158,07 (-0,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    394,86
    -7,18 (-1,79%)
     
  • S&P500

    3.933,92
    -7,34 (-0,19%)
     
  • DOW JONES

    33.597,92
    +1,58 (+0,00%)
     
  • FTSE

    7.489,19
    -32,20 (-0,43%)
     
  • HANG SENG

    18.814,82
    -626,36 (-3,22%)
     
  • NIKKEI

    27.686,40
    -199,47 (-0,72%)
     
  • NASDAQ

    11.498,75
    -67,25 (-0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4669
    -0,0118 (-0,22%)
     

CMN aprimora regras prudenciais para atividades de pagamento de instituições financeiras

Máquina de pagamento

BRASÍLIA (Reuters) - O Conselho Monetário Nacional aprovou norma aprimorando regras prudenciais para atividades de pagamento realizadas por instituições financeiras, com a criação de parcela relativa ao capital mínimo requerido para cobrir riscos associados a esses serviços, informou o Banco Central nesta sexta-feira.

A nova regra vale para os conglomerados liderados por instituição financeira e integrados por instituição de pagamento. Com ela, cria-se uma equivalência à regra de capital mínimo aprovada pelo BC, em março, para os conglomerados liderados por instituição de pagamento, caso das grandes fintechs que se desenvolveram no país.

A nova parcela passará a vigorar em janeiro de 2024 e afetará os conglomerados liderados por instituições financeiras dos segmentos S2 a S5. As instituições S1, que são as de maior porte, obedecem à regras de capital mínimo de Basileia, que são mais completas e exigentes.

Em outra decisão, o CMN aprovou a possibilidade de as fintechs de crédito também atuarem como iniciadoras de transações de pagamento, por meio das quais os consumidores podem ordenar pagamentos sem o uso de cartões, determinando a transferência de recursos da instituição em que mantêm conta.

Atualmente, para operar como iniciadoras de pagamentos, as fintechs precisam abrir uma outra empresa específica para esse fim. Com a mudança, passam a poder oferecer esse serviço dentro do seu funionamento rotineiro, disse o BC.

O CMN se reuniu na quinta-feira, mas as decisões só foram anunciadas nesta tarde.

(Por Isabel Versiani)