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Clubes europeus rejeitam ideia de Copa do Mundo a cada dois anos: 'Impacto destrutivo'

·2 minuto de leitura

Após a manifestação da Uefa na quarta-feira, foi a vez da Associação Europeia de Clubes (ECA) se manifestar contra a ideia de uma Copa do Mundo bienal, ideia que vem crescendo entre executivos da Fifa. Em comunicado divulgado nesta sexta, a entidade presidida por Nasser Al-Khelaifi, mandatário do PSG, criticou o plano e chamou atenção para possíveis danos ao futeol de clubes.

Na carta, a associação reconhece a necessidade de mudanças no calendário do futebol internacional, mas ressalta preocupação em uma mudança no modelo da competição. A entidade afirma que a Fifa tem feito campanha de relações públicas para tentar colocar à frente as reformas.

"Além da falta de consulta genuína, como muitas partes interessadas apontaram nos últimos dias, a proposta da Fifa levaria a um impacto direto e destrutivo no jogo dos clubes, em âmbitos doméstico e internacional. Além disso, colocaria a saúde e o bem estar dos jogadores em risco. Diminuiria o valor e o significado das competições de clubes e de países. Além de diminuir e entrar em conflito com torneios femininos e de base", diz trecho do comunicado.

A ECA encerra a carta reiterando que decisões desse tipo devem ser feitas em acordo com os clubes, "com o bem estar dos jogadores no coração".

"Para resumir, a reforma do calendário deve ser resultado de discussões em conjunto, baseadas nos interesses de todos e seguindo consultas honestas e detalhadas. Não apenas tocadas pelos interesses particulares da Fifa em meio a campanhas de relações públicas.

Na quarta-feira, a Uefa, uma antiga crítica à ideia, já havia se manfestado sobre o assunto e divulgado um comunicado falando listando os "perigos" de tal mudança no calendário. Assim como a ECA, a entidade europeia pediu que decisões sejam tomadas em comum acordo.

"São preocupações sérias que a proposta da Fifa provoca em um primeiro momento e não podem ser resolvidas com slogans promocionais sem substância sobre os supostos benefícios de um calendário mais cheio", afirmou a confederação.

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