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Citigroup começa a reduzir desigualdade salarial de gênero

Jenny Surane

(Bloomberg) -- O Citigroup reduziu a diferença salarial entre homens e mulheres em sua força de trabalho global no ano passado, informou o banco.

Agora, as mulheres ganham 27% menos do que os homens, uma melhora em relação à diferença de 29% de um ano atrás, de acordo com um memorando enviado para funcionários por Sara Wechter, diretora de recursos humanos do banco. A empresa também revelou que, entre seus funcionários nos EUA, as pessoas não brancas ganham 6% menos que seus colegas brancos, o que se compara à diferença de 7% do ano anterior.

“Temos muito mais trabalho a fazer”, disse Wechter no memorando. “Nosso trabalho para abordar ambas medidas é contínuo e o ritmo da mudança provavelmente varia de ano para ano.”

Embora muitos de seus principais concorrentes tenham oferecido análises de desigualdades salariais “ajustadas” em resposta a acionistas e reguladores do Reino Unido, o Citigroup é uma das poucas grandes empresas dos EUA a oferecer uma divulgação tão clara, que mede a remuneração total média.

A análise de desigualdades salariais “ajustadas” compara a remuneração de homens e mulheres e leva em conta fatores como função, nível hierárquico e geografia. Nessa base, as mulheres são pagas globalmente, em média, mais de 99% do que os homens são pagos no Citigroup.

O banco disse que a diferença entre as duas medidas mostra a necessidade de aumentar o número de mulheres e minorias em cargos de alto escalão. O banco disse que aumentará a representação para esses níveis para pelo menos 40% para mulheres e 8% para funcionários negros nos EUA até o próximo ano.

Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net

Repórter da matéria original: Jenny Surane em Nova York, jsurane4@bloomberg.net

Para entrar em contato com os editores responsáveis: Michael Moore, mmoore55@bloomberg.net, Philip Gray

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