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Citi corta bônus de executivos após repreensão nos EUA

Jenny Surane
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Citigroup diminuirá os bônus de dezenas de seus principais executivos após autoridades reguladoras dos EUA terem repreendido o banco no ano passado.

As reduções variam bastante, dependendo do tamanho e estrutura do pacote de compensação de cada executivo, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto. Profissionais que se reportam diretamente ao comitê de gestão estão sendo informados das decisões este mês. A diretoria do Citigroup ainda está finalizando as decisões de remuneração para os 15 integrantes da equipe de gestão executiva, incluindo o CEO Michael Corbat.

Uma porta-voz do Citigroup não quis fazer comentários.

A medida reflete mais um esforço do Citigroup para apaziguar a Controladoria da Moeda e o banco central americano (Federal Reserve) depois que ambas as entidades repreenderam o banco por não manter adequadamente os sistemas de gestão de risco e outros sistemas internos. O banco fez repetidas promessas de reparar esses problemas e gastou mais de US$ 1 bilhão em infraestrutura e controles em 2020.

O Citigroup criou fluxos de trabalho para melhorar riscos, controles, dados e conformidade. O plano é entregar no mês que vem uma análise inicial dos esforços necessários para resolver as questões apontadas pelos reguladores. Em maio, o banco apresentará um programa de implementação mais detalhado.

“Também temos fluxos de trabalho para criar uma cultura de excelência e responsabilidade e para fortalecer todos os processos críticos de negócios”, afirmou Jane Fraser em teleconferência com investidores e analistas na semana passada. Ela assume o cargo de CEO no mês que vem. “Vocês têm meu compromisso de que investiremos seu capital com sabedoria e que vocês, nossos clientes e reguladores também enxergarão e se beneficiarão do resultado”, acrescentou ela.

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©2021 Bloomberg L.P.