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Cinema volta nos EUA e Disney lança Viúva Negra no streaming

Thiago Romariz
·2 minuto de leitura
Viuva Negra estará disponível na plataforma do Disney Plus. Foto: Divulgação
Viuva Negra estará disponível na plataforma do Disney Plus. Foto: Divulgação

A Disney segurou até onde deu, e no momento mais inesperado adiou um grande lançamento mais uma vez. Viúva Negra, aventura solo da Vingadora, estava previsto para abril de 2020, e agora, depois de inúmeros adiamentos, será lançado no dia 9 de julho direto no streaming Disney Plus via Premier Access, categoria que exige um pagamento de 30 dólares para acesso.

É verdade que o longa também chegará aos cinemas disponíveis nos EUA, mas o fato de sair ao mesmo tempo no serviço de streaming da empresa deixa clara a estratégia da Disney de fortalecer este braço da companhia. É curioso notar que no mesmo dia em que eles anunciaram o lançamento, a Regal, uma das maiores cadeias de cinema do país, também declarou que voltará a abrir as portas em abril. Por que então a Disney adiou Viúva outra vez?

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Provavelmente por que não teria lucro suficiente para justificar um lançamento exclusivo nos cinemas e, agora, pode acumular receita de streaming e exibidores tradicionais como o Regal em julho, quando boa parte da população americana estará vacinada. Por outro lado, a atitude mostra como a Warner, dona da HBO Max, acertou ao anunciar que lançaria todos os filmes que tinha no catálogo nos cinemas e no streaming simultaneamente. O estardalhaço imediato não conseguia deixar a indústria enxergar pontos óbvios. Dois, pra ser mais específico.

O primeiro é que não haverá cinema ainda em 2021 como conhecemos. A indústria não se sustenta só com bilheteria dos EUA e com a velocidade da vacinação atual, o mundo se livrará com sorte da COVID em meados ou no fim de 2022. Dito isso, e todo o histórico de crescimento de serviços de streaming, nada mais óbvio do que notar a exigência do consumidor por uma mudança forte no modelo de negócio do cinema clássico.

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Não é possível depender somente da pipoca e dos ingressos. O consumo mudou, nossos costumes mudaram e, mais importante, o comportamento com entretenimento mudou completamente. A única coisa que não mudou foi o jeito do cinema pensar em distribuição. Até agora. Aos poucos, gigantes como Disney e Warner apostam na diversificação deste modelo e começam a buscar a audiência onde ela estiver, onde ela quiser, pois, no fundo, o que importa é tê-la perto de suas histórias. Seja na tela grande, na pequena, no parque ou comprando uma nova boneca da Viúva Negra.

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*Thiago Romariz é jornalista, professor, criador de conteúdo e atualmente head de conteúdo e PR do EBANX. Omelete, The Enemy, CCXP, RP1 Comunicação, Capitare, RedeTV, ESPN Brasil e Correio Braziliense são algumas das empresas no currículo. Em 2019, foi eleito pelo LinkedIn como um dos profissionais de destaque no Brasil no prêmio Top Voice.