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Cinco países da UE reclamam de distribuição desigual das vacinas contra a covid-19

·1 minuto de leitura
Técnica de Enfermagem prepara dose da vacina da AstraZeneca/Oxford contra o coronavírus, em 20 de fevereiro de 2021 em um centro de vacinação de Sheffield, ao norte da Inglaterra

Áustria, República Tcheca, Eslovênia, Bulgária e Letônia pediram a realização de uma cúpula da União Europeia (UE) para debater sobre as "enormes disparidades" existentes, segundo esses países, na distribuição das vacinas anticovid, segundo uma carta divulgada neste sábado (13).

O chanceler austríaco Sebastian Kurz já acusou na sexta-feira alguns Estados-membros da UE, sem especificar quais, de terem fechado "contratos" em segredo com laboratórios farmacêuticos, além de criticar uma distribuição desigual das vacinas anticovid entre os países.

Kurz e os líderes dos outros quatro países enviaram uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e ao presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, alegando que "o fornecimento de doses da vacina pelas empresas farmacêuticas aos países da UE não acontece de forma igualitária".

Se as coisas continuarem assim, "no verão (boreal) serão criadas enormes disparidades entre os Estados-membros, com alguns que terão a imunidade coletiva e outros muito longe" de alcançá-la, afirmam na carta.

"Portanto, pedimos( ...) uma reunião entre os líderes (da UE) para debater este importante assunto o mais rápido possível", acrescentaram.

Kurz já havia denunciado esta situação na sexta-feira à imprensa. "Há indicações segundo as quais existe uma instância, um mercado onde foram fechados acordos suplementares entre Estados-membros e laboratórios farmacêuticos", afirmou.

"Muitos não acreditaram nisso, porque isso contradiz claramente o objetivo político da UE" de uma distribuição igualitária, destacou então o chanceler austríaco.

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