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Cinco assuntos quentes para o Brasil na próxima semana

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Ata do Copom e relatório de inflação serão avaliados com atenção após comunicado do Banco Central dividir analistas e IPCA-15 superar as estimativas. Projeções da Focus e resultados fiscais também estão no radar. No exterior, falas de Powell e presidentes do BCE, BOE e BOJ podem mover mercado em meio a incertezas com juros globais. Agenda externa de dados é forte, com PIB, ISM e PCE nos EUA, além de PMIs na China, onde dívida da Evergrande e intervenções do governo em setores da economia geram apreensão. Em Brasília, reforma administrativa, PEC dos precatórios e testes de covid de autoridades são destaques. Veja assuntos da próxima semana:

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Ata, RTI e Focus

Após o comunicado do Copom não sinalizar rimo maior da alta dos juros e IPCA-15 superar 10% em 12 meses, divulgações do BC devem voltar a mover as taxas de juros na próxima semana. Na segunda, pesquisa Focus atualiza as projeções de inflação, que estão levemente acima da meta para 2022, segundo o comunicado do BC. Na terça, com a ata, mercado avaliará mais detalhadamente os argumentos do BC para manter a indicação de 1pp para a alta da Selic no próximo Copom. Mais detalhes poderão vir na quinta, com o RTI. Agenda carregada da próxima semana ainda traz resultado fiscal primário, taxa de desemprego, PMI, balança comercial, IGP-M e dados de crédito. Bandeira da energia de outubro será decidida pela Aneel nesta sexta-feira.

Reformas e precatórios

A Comissão Especial da Reforma Administrativa aprovou a quinta-feira o texto do relator, que seguirá para análise no plenário da Câmara em dois turnos. Também nesta semana, a Câmara instalou a comissão especial que vai analisar a PEC dos precatórios. O prazo para apresentação de emendas é de dez sessões do plenário. Isolado após voltar de Nova York, o presidente Bolsonaro deve fazer teste de covid neste sábado. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, testaram positivo.

Leia mais: Brasília em Off: A carta na manga de Guedes

BCs globais

A fala do presidente do Fed, Jerome Powell, após o Fomc esta semana foi vista como moderada, mas não eliminou as dúvidas sobre os juros nos EUA. Incertezas sobre as políticas dos principais bancos centrais ainda foram ampliadas depois que o Banco da Inglaterra sinalizou alta de sua taxa. Vários dirigentes do BC americano falam na próxima semana, incluindo Powell, que estará no Senado no dia 28. Na Europa, a presidente do BCE, Christine Lagarde, fala nos dias 27 e 28. Ela estará ainda com os colegas Powell, Andrew Bailey, do BOE, e Haruhiko Kuroda, do BOJ, em evento do BCE dia 29. Agenda forte de dados globais prevê PIB, PCE, ISM e pedidos de bens duráveis nos EUA, além de PMIs manufaturas e serviços na China.

Evergrande e Bitcoin

Preocupações com a Evergrande voltaram a pesar no mercado nesta sexta-feira e devem continuar influenciando os negócios. A incorporadora não deu sinais de ter efetuado o pagamento do cupom de US$ 83,5 milhões com vencimento na quinta-feira, que tem um período de carência antes que qualquer default possa ser declarado. Governo chinês, que tem adotado medidas de restrição ao setor de tecnologia, passou também a mirar as criptomoedas. O banco central do país disse que todas as transações com essas moedas são ilegais e devem ser proibidas.

Empresas

AES Brasil define no dia 28 o preço por ação em oferta subsequente que pode dar saída ao BNDES e levantar até R$ 1,8 bilhão, com base no fechamento de 17 de setembro. Acionistas da XP deliberam sobre fusão com a XPart, enquanto Iguatemi promove AGE sobre reorganização societária.

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