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Cinco assuntos quentes para o Brasil hoje

Patricia Lara
·4 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Pressão sobre a inflação reflete alta recente das commodities, depreciação persistente do real e demanda doméstica forte, diz Relatório Trimestral de Inflação, que repercute nos juros em dia de leilão do Tesouro. Total de infecções por coronavírus supera 7 milhões no Brasil. Exterior conta com estímulos e vacinas para potencializar otimismo. Veja destaques:

Relatório de Inflação

A pressão sobre a inflação reflete alta recente das commodities, depreciação persistente do real e demanda doméstica forte, diz o Relatório Trimestral de Inflação. Fatores de dimensão doméstica “têm caráter temporário, ao menos enquanto o regime fiscal for mantido”, segundo texto. Alta dos preços em 2021 foi mantida em 3,4%, mesmo nível visto na ata. PIB projetado de 2021 foi reduzido marginalmente de 3,9% para 3,8%, com projeções condicionadas ao arrefecimento gradual da crise sanitária, à manutenção do regime fiscal e ao cenário de continuidade das reformas. Presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, e diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk, comentam o documento a partir das 11:00.

Tesouro fecha o ano

Tesouro faz último leilão de títulos programado no ano e é vetor adicional que pode mexer com a curva de juros. A oferta será com LTN, NTN-F e LFT e vem na sequência de uma rodada enxuta de NTN-B 2023 nesta semana após Tesouro ter informado que tem colchão para honrar vencimentos até abril 2021. A operação fecha um ano de alargamento do endividamento com gastos para fazer frente à pandemia, encurtamento dos prazos ofertados nos títulos para atrair demanda do investidor e de eventos como o deságio atípico da LFT.

Inflação corrente

O IGP-M da segunda prévia do mês tem desaceleração mais acentuada do que a esperada ao ir para 1,18%, ante previsão de 1,43%, após subir 3,05% no mês anterior. Preços no atacado indicam pressão menor, enquanto o componente IPC segue repondo a alta anterior vista na cadeia atacadista. Em São Paulo, IPC calculado pela Fipe subiu 0,88% na 2ª quadrissemana de dezembro ante estimativa de +0,89%, segundo dados compilados pela Bloomberg. À tarde, Conselho Monetário Nacional tem reunião.

Otimismo prevalece no exterior

Futuros de NY e bolsas europeias sobem com otimismo em relação aos estímulos e vacinações. Autoridades europeias buscam um cronograma de aprovação mais rápido para a vacina contra Covid-19 da Pfizer e BioNTech, de acordo com pessoas a par do plano, o que pode permitir distribuição antes do Natal. Líderes do Congresso norte-americano ainda alinhavam detalhes de pacote de alívio que deve ser revelado hoje e incluir US$ 17 bilhões para setor aéreo. Índice dólar estende queda. Juro dos Treasuries sobe, após Fomc frustrar a expectativa de traders de mudanças no programa de compras de títulos. Bitcoin supera US$ 23.000. Na agenda, EUA divulgam seguro-desemprego (10:30) e BOE (9:00) e BC do México (16:00) anunciam decisão de política monetária.

Recorde de casos e plano de vacinação

O Brasil bateu o recorde diário de novos casos de Covid-19 no mesmo dia em que o governo promoveu um evento para lançar seu plano de imunização. Foram 70.574 infecções nas últimas 24 horas, superando a marca de 7 milhões no total, mesmo sem contabilizar os dados do estado de São Paulo, que ontem enfrentou problemas técnicos. O número de mortes ficou próximo de 1.000 pelo segundo dia seguido. A aceleração se dá às vésperas das festas de fim de ano e com perspectiva ainda distante do início da vacinação no país. Se Anvisa conseguir fazer análise das vacinas em janeiro, elas podem estar registradas no Brasil em meados de fevereiro, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acrescentando que há previsão de compra de 300 milhões de doses, com distribuição gratuita e para todos os estados. Durante a cerimônia, Jair Bolsonaro adotou tom mais conciliador com os governadores presentes. Falou em união e disse que, se alguém extrapolou, foi no afã de buscar uma solução. Segundo o Globo, o governo federal decidiu comprar a vacina Coronavac, produzida pela chinesa Sinovac e desenvolvida pelo Instituto Butantan.

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