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Cinco assuntos quentes para o Brasil hoje

·5 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Tom conciliador do presidente Bolsonaro pode estender alívio aos ativos. Preocupação do mercado, precatórios podem ficar fora do teto, conforme conversas da ala política do governo e lideranças do Congresso. Vendas no varejo de julho podem mostrar alta após recuo no mês anterior. Petrobras lança novos contratos para venda de gasolina e diesel. E CSN compra operações da Holcim no Brasil. Petróleo sobe mesmo após China confirmar liberação de reserva estratégica. Minério de ferro cai. Veja os destaques:

Juros, inflação e varejo

O IPCA acima do esperado e o aumento dos riscos fiscais e políticos levaram a uma forte disparada dos juros futuros nesta quinta-feira, com alguns contratos chegando a saltar mais de 60 pontos. Economistas elevaram suas projeções de inflação e a curva do DI passou a precificar alta de quase 150 pontos da Selic no próximo Copom. Divulgado mais cedo, o IPC-Fipe veio pouco abaixo do previsto, mas com índice salgado, de 1,34%, na 1ª quadrissemana de setembro, contra uma estimativa mediana de 1,39%. Após frustração recente com alguns dados de atividade, sai às 9:00 o índice de vendas no varejo em julho. O dado deve ter apresentado alta de 0,6% em relação a junho, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg, após cair 1,7% na medição anterior. O Banco Central oferta 9.300 contratos de swap para rolagem nesta 6ª feira a partir das 11:30 - contra 15.000 ofertados diariamente até a quinta-feira. BC está finalizando a rolagem do mês. Restam US$ 465 milhões do total de US$ 14 bilhões que venceriam em 1 de novembro.

Tom ameno de Bolsonaro

Após a nota de recuo de Jair Bolsonaro na tarde de ontem, que levou à forte recuperação dos ativos domésticos, o presidente confirmou o tom mais ameno em sua live semanal nas redes sociais. Ele afirmou que nunca agrediu as instituições, que a briga dele é pontual e que está pronto para conversar com líderes de outros poderes e ministros do STF. Bolsonaro até voltou a defender o voto impresso e a criticar as urnas eletrônicas, mas disse que a nota oficial divulgada nesta quinta-feira deve render bons frutos. Arthur Lira e Rodrigo Pacheco comemoraram a mudança, segundo a Veja. O pedido de trégua, no entanto, foi recebido com ceticismo por integrantes do Supremo, de acordo com a Folha, e a corte não deve alterar o rumo de investigações que estão no tribunal e na Justiça Eleitoral. Apenas três estados seguem com concentração de caminhoneiros e não há pontos de interdição em rodovias federais, diz o ministério da Infraestrutura em boletim.

Agenda de reformas

O governo busca agora negociar com Pacheco a votação de uma agenda econômica mínima para as próximas semanas, diz o Valor. A pauta deve incluir a reforma do IR, os novos marcos legais das ferrovias e do câmbio, o projeto que institui a BR do Mar e a privatização dos Correios. Segundo o Estado, no entanto, as reformas ainda enfrentam as mesmas dificuldades que já estavam colocadas antes do recuo do presidente. Na questão dos precatórios, tanto a ala política do governo quanto lideranças do Congresso trabalham em busca de uma narrativa na defesa da retirada desses pagamentos do teto de gastos, afirmaram duas pessoas com conhecimento direto do assunto. O ministério da Economia resiste à ideia, disseram essas pessoas. Procurada, a pasta informou que busca uma solução permanente e encaminhou uma PEC ao Congresso. O ministério também reafirmou a importância do teto de gastos para o equilíbrio das contas públicas.

Bolsas e commodities

Bolsas europeias e futuros em NY sobem com a diminuição das preocupações dos investidores sobre a redução do estímulo pelos bancos centrais e a repressão regulatória da China. A disseminação contínua do coronavírus, que afeta a recuperação econômica e aumenta a inflação de choque da oferta, tem provocado oscilaçãoes nos mercados. Índice Stoxx 600 reduziu as perdas semanais após dirigentes do BCE esclareceram que estão calibrando, mas não diminuindo o apoio de emergência. Maioria das moedas emergentes se fortalecem diante do dólar. Petróleo sobe mesmo após confirmação da China de que liberou pela primeira vez milhões de barris de suas reservas estratégicas às refinarias nacionais em julho com o objetivo explícito de baixar os preços. Futuros do minério de ferro caem pelo terceiro dia com piora da perspectiva para demanda por esforços chineses para reduzir a produção de aço na tentativa de conter emissões, além dos níveis elevados de estoques nos portos.

CSN compra ativos da Holcim

A CSN acertou a aquisição da totalidade das operações da Holcim no Brasil por US$ 1,025 bilhão, segundo comunicado. Estão inclusas cinco fábricas integradas de cimento, quatro estações de moagem, seis locais de agregados e 19 instalações de concreto pré-misturado. Com a aquisição, a CSN eleva sua capacidade produtiva em 10,3 milhões de toneladas de cimentos por ano, para 16,3 millhões. É o segundo negócio do grupo no setor em menos de três meses, já que em junho a companhia anunciou a compra da Elizabeth Cimentos por R$ 1,08 bilhão. Além disso, apesar de um adiamento, a CSN mantém planos para uma oferta pública inicial de ações de sua da divisão de cimentos. Para a Holcim, o negócio faz parte de uma estratégia de vendas de ativos que não contribuem para as operações principais com o objetivo de reduzir endividamento. A operação depende de aprovação regulatória concorrencial.

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