Mercado fechado
  • BOVESPA

    105.704,96
    -658,14 (-0,62%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.248,84
    -465,76 (-0,90%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,12
    +0,46 (+0,56%)
     
  • OURO

    1.800,60
    +1,80 (+0,10%)
     
  • BTC-USD

    61.805,33
    +3.089,74 (+5,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.495,06
    +75,68 (+5,33%)
     
  • S&P500

    4.596,42
    +44,74 (+0,98%)
     
  • DOW JONES

    35.730,48
    +239,79 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.249,47
    -3,80 (-0,05%)
     
  • HANG SENG

    25.555,73
    -73,01 (-0,28%)
     
  • NIKKEI

    28.820,09
    -278,15 (-0,96%)
     
  • NASDAQ

    15.713,25
    +126,00 (+0,81%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6009
    +0,1762 (+2,74%)
     

Cientistas usaram DNA de múmias para reconstruir seus rostos, e ficou incrível!

·2 minuto de leitura

Cientistas conseguiram reconstruir os rostos de três homens que viveram há cerca de dois mil anos, no Egito, e que foram mumificados. Os indivíduos tiveram seus rostos reconstruídos com aparência de cerca de 25 anos de idade, com a ajuda de uma base de dados criada a partir das amostras de DNA coletadas de seus restos mortais.

As múmias foram encontradas em Abusir el-Meleq, cidade do Egito Antigo, em uma planície de inundação localizada ao sul do Cairo. O sequenciamento do DNA das múmias foi feito em 2017 por pesquisadores do Instituto Max Planck, na Alemanha, sendo a primeira vez em que um trabalho do tipo é bem-sucedido. Então, cientistas da Parabon NanoLabs, empresa tecnológica de DNA, usaram os dados genéticos para criar três modelos de rostos de múmias através de um processo de fenotipagem forense de DNA chamado Snapshot.

<em>Imagem: Reprodução/Parabon NanoLabs</em>
Imagem: Reprodução/Parabon NanoLabs

Para chegar nos resultados, foi usada uma análise genética que prevê a forma das características faciais de uma pessoa, entre outros aspectos físicos. Os pesquisadores descobriram, portanto, a cor da pele dos homens, classificada como "morena clara", e que eles tinham olhos e cabelos escuros. De modo geral, eles eram mais parecidos geneticamente com indivíduos modernos do Oriente Médio ou do Mediterrâneo do que com os egípcios modernos.

Ellen Greytak, diretora de bioinformática da Parabon, conta que é bastante desafiador trabalhar com o DNA humano porque ele é altamente degradado e pode ser misturado ao DNA bacteriano, tornando a quantidade de DNA disponível para sequenciamento muito pequena. Felizmente, grande parte do DNA é igual em todos os humanos, descartando a necessidade de ter todo o genoma para obter a imagem física de uma pessoa.

O estudo com mais informações sobre o processo está disponível neste link.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos