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Cientistas usam tecido sintético para reverter disfunção erétil

Em estudo publicado na revista Matter, cientistas conseguiram reverter um quadro de disfunção erétil usando um tecido sintético. Os experimentos foram conduzidos em porcos, e resultaram na restauração completa da normalidade da ereção. Esse material é envolvido por fibras de colágeno, e quando incham com sangue, essas fibras permitem um espaço extra enquanto mantêm tudo unido.

A disfunção erétil pode ser causada por uma condição em que os tecidos cicatriciais de ferimentos anteriores causam dor e interrupção da função, e o tratamento geralmente envolve enxerto de tecidos de outras partes do corpo do paciente no pênis para substituir a área danificada.

No entanto, o sistema imunológico costuma rejeitar esses materiais, de modo que até mesmo enxertos bem-sucedidos podem levar a problemas como encurtamento do pênis por causa das diferenças entre os tipos de tecido. Foi com base nisso que os cientistas tentaram resolver o problema através da criação de um novo material.

À medida que as fibras atingem seu comprimento total e se esticam, também criam firmeza, controlando e limitando a mudança de forma. No entanto, vale observar que a criação não substituiu a função dos outros tecidos também envolvidos, como os vasos sanguíneos, mas ainda assim foi capaz de reparar a função erétil normal nos porcos do estudo.

"Nosso trabalho nesta fase se concentra no reparo de um único tecido no pênis, e o próximo estágio será considerar o reparo do defeito peniano geral ou a construção de um pênis artificial", apontam os pesquisdores. De um modo geral, a pesquisa aumenta a compreensão da comunidade científica acerca de materiais resistentes, mas que mudam de forma.

Disfunção erétil

Cientistas usam tecido sintético para reverter disfunção erétil (Imagem: AtlasComposer/Envato)
Cientistas usam tecido sintético para reverter disfunção erétil (Imagem: AtlasComposer/Envato)

Segundo o Ministério da Saúde, a disfunção erétil (ou impotência sexual) pode ser definida como "a incapacidade persistente em obter e manter uma ereção suficiente que permita uma atividade sexual satisfatória". Está associada com a idade: apenas 1 em cada 50 homens até 40 anos apresenta disfunção erétil, enquanto 1 em cada 4 com 65 anos apresenta a condição.

Embora ela seja uma desordem benigna, a disfunção erétil pode afetar a saúde física e psicológica e ter um impacto significativo sobre a qualidade de vida. São fatores de risco as doenças cardiovasculares (como hipertensão arterial) e outros como o sedentarismo, o diabetes, a obesidade, o tabagismo, a hipercolesterolemia e a síndrome metabólica. A disfunção pode também aparecer gradualmente como resultado de depressão, ansiedade e estresse crônico.

Fonte: Canaltech

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