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Cientistas temem queda de anticorpos e apoiam reforço da vacina contra COVID-19

·1 minuto de leitura

Recentemente, um estudo descobriu que os anticorpos gerados pelas vacinas da AstraZeneca e da Pfizer começaram a diminuir seis semanas após a segunda dose. Com isso em mente, cientistas do Reino Unido manifestaram apoio à ideia de um reforço da vacina contra a COVID-19.

A queda nos anticorpos após a vacinação já é esperada, e não significa necessariamente que as pessoas sejam mais vulneráveis ​​à doença, mas os pesquisadores estão preocupados pois, se a queda persistir, a eficácia dos imunizantes pode diminuir. O estudo apontou uma queda mais de 50% em 10 semanas.

Ainda assim, os pesquisadores enfatizam que ambas as vacinas são extremamente eficazes contra a COVID-19, mas reiteram que as descobertas podem levar a uma campanha de reforço, especialmente para aqueles que foram vacinados logo no início.

(Imagem: erika8213/envato)
(Imagem: erika8213/envato)

A equipe analisou o sangue de 605 pessoas vacinadas, principalmente na faixa dos 50 e 60 anos, e descobriu que os níveis de anticorpos variaram bastante entre os pacientes. No entanto, duas doses da Pfizer produziram mais anticorpos que as duas doses da AstraZeneca.

Embora os níveis de anticorpos sejam importantes para a proteção, o sistema imunológico tem outras defesas que são construídas após a infecção ou vacinação. É normal que os níveis de anticorpos diminuam com o tempo e que o sistema imunológico se “lembre” da infecção pelas células B de memória. Se o vírus invadir, essas células produzirão rapidamente anticorpos direcionados ao patógeno. A proteção adicional vem das células T, que destroem as células infectadas e limitam a gravidade da doença. Você pode conferir o estudo completo aqui.

Fonte: Canaltech

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