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Cientistas querem transformar resíduos de alimentos em combustível para aviões

Redação
·2 minuto de leitura

É fato que as indústrias tem se esforçado para reduzir o impacto climático causado por anos e anos de práticas que degradaram o meio ambiente. Energias renováveis, veículos elétricos, redução no uso de plásticos e por aí vai.
Mas o setor aéreo é o calcanhar de Aquiles nessa equação para reduzir pegadas de carbono. Ele sozinho é responsável pela produção de 2,5% dos gases que contribuem para o efeito estufa.

Já existem pesquisas sobre como usar biocombustíveis na aviação. O problema é que mesmo assim, a quantidade de poluição gerada pelo cultivo do óleo vegetal torna inviável a sua produção em larga escala. Então, o que fazer?

Que tal usar o lixo para produzir combustível de avião? Porque ninguém nunca pensou nisso? Porque antes não existia a tecnologia necessária.

Agora, os cientistas conseguiram desenvolver um combustível feito a partir de resíduos alimentares. Sim, é isso mesmo. Aquele bagaço de laranja, aquele arroz que sobrou no prato ou a maioria dos rejeitos que vão para aterros sanitários. Tudo pode se transformar na famosa “gasolina” de avião. A descoberta já chegou aos ouvidos das grandes empresas aéreas. Os testes com aviões da Southwest Airlines começam em 2023.

Como é feito

Resíduos úmidos como restos de comida e até esterco podem ser convertidos em ácidos graxos voláteis. Ou seja, eles se transformam na matéria prima do combustível. É aí que surge o que os cientistas estão chamando de “bioparafina”.

Esse novo composto pode reduzir as emissões de gases nocivos ao meio ambiente em até 165%. Um número a ser levado em consideração já que a indústria de aviação ainda não pode se dar ao luxo de contar com motores elétricos de alta performance.

É claro que para isso ser colocado em prática é preciso rever os conceitos de reaproveitamento de resíduos orgânicos em todo o planeta, já que a demanda por este tipo de combustível é enorme.

Quem sabe, num futuro próximo, todos os tipos de combustíveis possam ser feitos assim, já que por aqui nada se cria, nada se perde, as coisa apenas se transformam, ou pelo menos deveriam.

Fonte: Canaltech

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