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Cientistas querem revolucionar tratamentos e curar calvície com adesivos

·3 minuto de leitura

Um dos maiores problemas estéticos enfrentados por alguns homens é a calvície. O processo natural pode se manifestar de diferentes formas e intensidades, na maioria das vezes com a queda começando antes mesmo de o homem entrar na meia-idade. Em alguns casos, a calvície também pode atingir mulheres.

Aqueles que se sentem desconfortáveis com a perda de cabelo acabam se apoiando em remédios que podem ser encontrados em qualquer farmácia. No entanto, os cientistas dizem que esses medicamentos deixam a desejar quando o assunto é focar na raiz do problema, que são o estresse oxidativo e a má circulação sanguínea.

Para tentar solucionar a calvície de uma forma mais eficaz, então, pesquisadores projetaram um conjunto de microagulhas que, com a ajuda de nanopartículas do elemento químico cério, pode fazer o cabelo crescer novamente, combatendo os dois problemas citados acima. Existem alguns tipos de perda de cabelo, sendo a mais comum chamada alopecia androgênica, que pode acometer tanto homens quanto mulheres. Para pessoas que sofrem dessa doença, a perda de cabelo é permanente por não haver vasos sanguíneos suficientes em torno dos folículos. Sendo assim, não há a distribuição de nutrientes, citocinas e outras moléculas essenciais.

Os pesquisadores explicam também que pode existir um acúmulo de espécies reativas de oxigênio no couro cabeludo, que são responsáveis por provocar a morte prematura das células que formam novos fios de cabelo. Para tentar solucionar esses problemas, os cientistas buscaram projetar uma forma minimamente invasiva para distribuir as nanopartículas de cério sob a pele, nas raízes do cabelo, para estimular o crescimento do fio.

<em>Imagem: Reprodução/cookie_studio/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/cookie_studio/Freepik

Microagulhas no couro cabeludo

A equipe de pesquisadores investiu em duas formas para combater a falta de crescimento dos fios. A primeira foi revestir as nanopartículas de cério com um composto biodegradável de polietilenoglicol lipídico para formar um produto tópico, de passar na pele. E a segunda maneira foi criar um adesivo solúvel com um conjunto de microagulhas que possui uma mistura de ácido hialurônico, que existe de forma natural no corpo humano, e as nanopartículas. Em testes com camundongos machos em regiões calvas provocadas por um creme removedor de pelos, as duas aplicações estimularam a formação de novos vasos sanguíneos ao redor dos folículos capilares dos animais.

Aqueles que foram tratados com os adesivos, no entanto, apresentaram mais rápido sinais de que os pelos estavam passando por uma transição, como pigmentação precoce na pele ou ainda níveis altos de um composto encontrado apenas no início do desenvolvimento de novos fios. Além disso, esses ratos também tinham menos compostos de estresse oxidativo na pele.

Sendo assim, os cientistas concluíram que os adesivos de microagulhas com cério provocaram uma aceleração maior do crescimento dos fios do que com o produto de aplicar direto na pele. Os resultados do estudo foram satisfatórios e os pesquisadores acreditam que as microagulhas, no futuro, possam ser a solução para curar a calvície de pessoas com alopecia androgenética.

O estudo foi publicado na revista científica ACS Nano.

Fonte: Canaltech

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