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Cientistas identificam genes humanos capazes de lutar contra COVID-19

Natalie Rosa
·2 minuto de leitura

No início desta semana, pesquisadores do instituto de pesquisa Sanford Burnham Prebys Medical Discovery, da Califórnia, anunciaram uma descoberta interessante sobre a COVID-19. Os cientistas identificaram um conjunto de genes humanos que conseguem lutar contra a infecção do SARS-CoV-2, o coronavírus. Com a descoberta, cientistas de todo o mundo poderão estudar com mais precisão quais são os fatores que provocam o agravamento da doença, além de descobrir opções de tratamento e cura, salvando mais vidas.

De acordo com os pesquisadores, esses genes estão relacionados às proteínas interferon, que lutam contra o coronavírus. Sumit K. Chanda, PhD, professor e líder do estudo, conta que sua equipe conseguiu observar melhor a resposta celular ao SARS-CoV-2 e como o vírus explora células humanas que são invadidas. "Mas ainda estamos procurando pelo 'calcanhar de Aquiles' para que possamos desenvolver antivirais otimizados", diz o especialista.

<em>Imagem: Reprodução/photocreo/Envato</em>
Imagem: Reprodução/photocreo/Envato

Para chegar à conclusão, os cientistas estudaram os genes estimulados pelo interferon (ISG) que controlam a replicação viral na COVID-19, descobrindo 65 deles. "'Alguns inibiram a habilidade do vírus de entrar nas células, outros suprimiram a fabricação do RNA, e um agrupamento de genes inibiu a montagem do vírus", conta o cientista. Chanda diz ainda que alguns desses genes também apresentaram controle de vírus não relacionados à COVID-19, como o da gripe sazonal, o vírus do Nilo Ocidental e o HIV, que provoca a AIDS.

Ainda de acordo com a pesquisa, a equipe descobriu oito ISGs que inibem a replicação do SARS-CoV-1 e 2 no compartimento subcelular responsável pela "embrulho" da proteína, o que pode significar uma facilidade de exploração para a limpeza da infecção viral. Para a PhD Laura Martin-Sancho, uma das principais autoras do estudo, a descoberta é, de fato, importante, mas ainda será preciso investigar mais a biologia do vírus e a variação genética que está relacionada à gravidade da COVID-19.

Fonte: Canaltech

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