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Cientistas identificam coronavírus que passou de cachorros a humanos na Malásia

·2 minuto de leitura

Antes de o SARS-CoV-2, o vírus responsável por causar a COVID-19, aparecer em 2019, surgiram dois outros tipos preocupantes de coronavírus: o SARS-CoV e o MERS-CoV. Enquanto o primeiro foi passado de civetas, uma espécie de mamífero, aos humanos, o outro surgiu em camelos. Agora, cientistas revelam que podem ter descoberto um novo tipo de coronavírus capaz de afetar seres humanos, este vindo de cachorros.

Gregory Gray, professor de medicina e saúde ambiental da Universidade Duke, na Carolina do Norte, conta que a propagação de diferentes coronavírus de animais a humanos acontece de forma mais frequente do que imaginamos. "Estamos os perdendo porque muitos testes de diagnóstico feitos em hospitais pegam apenas coronavírus humanos conhecidos", diz o especialista.

A descoberta foi revelada em um estudo publicado na revista científica Clinical Infectious Diseases, mostrando que a equipe de Gray desenvolveu, em 2020, uma ferramenta de diagnóstico molecular para detectar a maioria dos vírus da família Coronaviridae, que inclui o SARS-CoV-2. Então, foram analisados 301 casos arquivados de pneumonia, descobrindo coronavírus caninos em oito pessoas que foram hospitalizadas com a doença no estado de Sarawak, na Malásia.

<em>Imagem: Reprodução/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Freepik

A equipe de Anastasia N. Vlasova, pesquisadora veterinária da Universidade de Ohio e que também está envolvida no estudo, usou uma das amostras clínicas, de uma criança em 2018, para desenvolver o vírus. Então, a partir de um processo chamado reconstrução do genoma, ele foi identificado como um novo coronavírus canino. Gray acredita que ferramentas de diagnóstico como a desenvolvida pela sua equipe podem ajudar na identificação de outros vírus humanos antes que aconteça uma nova pandemia.

"Esses patógenos não causam uma pandemia da noite para o dia. Leva muitos anos para que eles se adaptem ao sistema imunológico humano e provoquem uma infecção, e então se tornem eficientes em transmitir de humano a humano", diz o cientista. "Precisamos procurar esses patógenos e detectá-los precocemente", completa.

A pesquisa completa pode ser consultada online.

Fonte: Canaltech

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