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Cientistas fazem mapa de alterações cerebrais causadas pelo Alzheimer

Cientistas norte-americanos divulgaram os passos iniciais de um ambicioso estudo que visa apresentar um mapa de alterações cerebrais causadas pelo Alzheimer. O projeto se chama Seattle Alzheimer’s Disease Brain Cell Atlas, e os envolvidos estão concentrados em fornecer informações detalhadas sobre os impactos da doença.

Os cientistas apontam que, em caso de Alzheimer grave, o cérebro fica visivelmente menor (atrofia cerebral), com grandes lacunas. Isso ocorre por conta da morte de neurônios e suas conexões em todo o córtex, a casca enrugada e externa, mas ainda não se sabe o que desencadeia essas enormes mudanças, muito menos como pará-las ou revertê-las.

Durante décadas, os cientistas pensaram que as placas amilóides (grandes aglomerados de uma proteína natural tóxica para os neurônios) eram a causa do Alzheimer, mas vários medicamentos recentemente desenvolvidos que quebram as placas amilóides tiveram um efeito mínimo na progressão da doença. É por isso que a equipe pretende analisar tudo do zero. O objetivo final é desenvolver terapias direcionadas para proteger essas células antes que morram.

Os primeiros dados revelados pelos pesquisadores indicam os tipos específicos de neurônios e outras células cerebrais que morrem ou mudam de alguma forma por conta da doença. A equipe também categorizou células individuais com base no que seus genes fazem.

Cientistas fazem mapa de alterações cerebrais causadas pelo Alzheimer (Imagem: Aew/Rawpixel)
Cientistas fazem mapa de alterações cerebrais causadas pelo Alzheimer (Imagem: Aew/Rawpixel)

Este método de mapear um cérebro doente em detalhes celulares só recentemente é possível graças a novas técnicas voltadas para estudar um grande número de células cerebrais individuais. Vale lembrar que o conjunto de dados disponível publicamente captura informações celulares e moleculares em grande escala coletadas de mais de 1,2 milhão de neurônios e outras células cerebrais de 84 pessoas que eram doadoras de órgãos.

"Queremos descrever as trajetórias da doença à medida que avançam pelas regiões do cérebro e por diferentes tipos de células nessas regiões, incluindo as afetadas no início e no final da doença. O objetivo, em última análise, é encontrar os primeiros eventos causais que acontecem quando a doença ainda é potencialmente reversível”, apontam os cientistas.

Fonte: Canaltech

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