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Cientistas encontram "umbigo de dinossauro" em fóssil do Cretáceo

Cientistas da Chinese University of Hong Kong encontraram o primeiro umbigo de dinossauro preservado em um fóssil do mundo — ou, pelo menos, o equivalente "réptil" dele. Os seres humanos, assim como todos os mamíferos, têm essa cicatriz, que indica a posição onde o cordão umbilical ficava quando fetos. Para os répteis e aves, a coisa é um pouco diferente, já que nascem de ovos.

O psitacossauro, espécime em questão, traz evidências de sua ligação com a vesícula vitelina, anexo que é uma espécie de saco onde ficam substâncias nutritivas para o embrião enquanto o novo animal é formado — e se liga a ela por uma abertura abdominal em formato de corte. A cicatriz dessa ligação deixava uma cicatriz como a do umbigo, mas mais vertical, que os dinos levavam para o resto da vida.

Fóssil muito bem preservado do psitacossauro com seu recém-descoberto umbigo (Imagem: Bell et al./BMC Biology)
Fóssil muito bem preservado do psitacossauro com seu recém-descoberto umbigo (Imagem: Bell et al./BMC Biology)

Escaneando barrigas

Para descobrir o tal umbigo, os paleontólogos utilizaram uma técnica de imageamento relativamente nova, a fluorescência estimulada por laser (LSF), na pele do fóssil de 130 milhões de anos. Ele tem dois metros de comprimento, era herbívoro e vivia onde hoje é a China, mas no período Cretáceo. O psitacossauro foi encontrado em 2002, sendo exibido desde então no Museu de Seckenberg, na Alemanha.

Veja uma reconstituição do dino, que era parente dos famosos tricerátops:

O umbigo do bicho havia passado batido até agora: ele foi utilizado na pesquisa devido ao seu excelente estado de conservação, que preserva a maior parte de suas características originais, como a pele. Os cientistas identificaram escamas bem características à existência da ligação umbilical, que podemos ver nos dias de hoje em répteis e aves.

A descoberta foi relatada em um paper, que teve colaboração de cientistas de universidades australianas, argentinas e estadunidenses, publicado na revista científica BMC Biology.

Fonte: Canaltech

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