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Cientistas encontram DNA de múmia preservado em piolho

·1 min de leitura

Em um estudo publicado na última terça-feira (28) na revista científica Molecular Biology and Evolution, pesquisadores contam que conseguiram recuperar o DNA de uma múmia a partir de piolhos. O artigo, conduzido pela University of Reading (Reino Unido), menciona a informação genética pode ser preservada pelo ovo de piolho (a famosa lêndea), que é frequentemente encontrado no cabelo de humanos mumificados.

Segundo o estudo, essa nova técnica pode fornecer pistas valiosas para a ciência sobre como as pessoas viviam e morriam há milhares de anos. Até então, os cientistas extraíam DNA antigo apenas dos ossos do crânio ou de dentro dos dentes, mas a técnica pode divergir de algumas crenças e causar danos aos espécimes, comprometendo futuras análises científicas.

Lêndea presa em cabelo de múmia pode preservar DNA (Imagem: Perotti et al, University of Reading, 2021)
Lêndea presa em cabelo de múmia pode preservar DNA (Imagem: Perotti et al, University of Reading, 2021)

“A demanda por amostras de DNA de vestígios humanos antigos cresceu nos últimos anos, à medida que buscamos compreender a migração e a diversidade em populações humanas antigas. Piolhos acompanharam os humanos por toda a sua existência, então este novo método poderia fornecer informações sobre nossos ancestrais, preservando espécimes únicos", conta a autora do artigo, Alejandra Perotti, em entrevista ao EurekAlert.

No estudo, a equipe extraiu DNA de múmias da Argentina, datadas de 1.500 a 2.000 anos. As amostras de DNA encontradas nas lêndeas revelaram a mesma concentração de DNA de um dente, e o dobro de informação que se costuma encontrar nos ossos. A análise dessas informações genéticas permitiu identificar informações como o sexo das múmias e seu padrão de migração.

Fonte: Canaltech

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