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Cientistas dos EUA criam robô capaz de se regenerar sozinho

Redação
·2 minuto de leitura

O processo de cura é algo extremamente complexo para os seres vivos e a regeneração completa de tecidos, além de demorada, nem sempre é possível. Mas entre os robôs, esse mecanismo de autoconserto está dando os primeiros passos: pesquisadores do departamento de nanoengenharia da universidade da Califórnia desenvolveram pequenos robôs nadadores que podem se curar de danos severos.

Os peixinhos robóticos que têm aproximadamente dois centímetros de comprimento podem se regenerar magneticamente depois de serem partidos em até três pedaços. A “cura” acontece enquanto eles nadam em uma solução de peróxido de hidrogênio sem a ajuda de humanos ou elementos externos.

Veja como os peixes se "curam" no vídeo abaixo:

O Nadador do Futuro

A autocura espontânea, que parece ter saído dos filmes de ficção científica, só é possível graças à construção dos peixes. Eles possuem uma camada inferior condutora e uma intermediária mais rígida e hidrofóbica, além de uma faixa de micropartículas alinhadas magneticamente. Para mover os robôs, os cientistas adicionaram gotas de platina à cauda, que ao, reagir com o peróxido de hidrogênio, formam bolhas que impulsionam os peixinhos.

Esquema de auto-cura dos robôs (Imagem: Reprodução/ACS)
Esquema de auto-cura dos robôs (Imagem: Reprodução/ACS)

Os pesquisadores acreditam que os avanços conseguidos em laboratório serão usados para fabricar dispositivos mais resistentes, que poderiam “nadar” através de fluidos especiais e realizar funções como limpar ambientes, entregar suprimentos e fazer microcirurgias. “A capacidade de autocura versátil e rápida é um passo importante para o desenvolvimento de robôs nadadores que poderiam ser enviados a ambientes hostis, onde o risco de danos é muito grande” diz um dos responsáveis pelo projeto, Joseph Wang.

Ainda estamos longe de ver o T-1000 de Exterminador do Futuro 2 correndo por aí e se regenerando em metal líquido, mas um peixinho robótico que consegue recuperar a cabeça e a cauda enquanto nada já é um ótimo começo.

Fonte: Canaltech

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