Mercado fechará em 1 h 28 min
  • BOVESPA

    117.131,65
    +901,53 (+0,78%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.699,59
    -346,99 (-0,75%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,80
    +1,28 (+1,48%)
     
  • OURO

    1.723,60
    -6,90 (-0,40%)
     
  • BTC-USD

    20.180,65
    +140,92 (+0,70%)
     
  • CMC Crypto 200

    457,33
    -1,08 (-0,23%)
     
  • S&P500

    3.781,80
    -9,13 (-0,24%)
     
  • DOW JONES

    30.278,73
    -37,59 (-0,12%)
     
  • FTSE

    7.052,62
    -33,84 (-0,48%)
     
  • HANG SENG

    18.087,97
    +1.008,46 (+5,90%)
     
  • NIKKEI

    27.120,53
    +128,32 (+0,48%)
     
  • NASDAQ

    11.605,75
    -35,00 (-0,30%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1350
    -0,0329 (-0,64%)
     

Cientistas descobrem flor mais antiga que os dinossauros

Em estudo publicado nesta quarta (31) na revista Trends in Plant Science, pesquisadores destacaram a descoberta de uma espécie de planta pré-histórica preservada em âmbar: Rhamnaceae, uma família popularmente conhecida como Buckthorn, que surgiu 50 milhões de anos antes dos dinossauros.

Os cientistas chegaram à conclusão, depois de uma criteriosa análise, que o grupo de plantas é 150 milhões de anos mais velho do que se pensava anteriormente. Ao todo, a família Rhamnaceae tem ​​260 milhões de anos de idade.

Através de comparações, os pesquisadores puderam perceber que a família Buckthorn se espalha por toda a África, Austrália, América do Norte e do Sul, Ásia e Europa. “Acreditava-se anteriormente que a flor Phylica evoluiu cerca de 20 milhões de anos atrás, e a família Buckthorn 100 milhões de anos atrás, então essas novas datas significam que a família de plantas com flores é muito mais antiga do que os botânicos poderiam imaginar", afirmam os autores do artigo, em comunicado.

Cientistas descobrem espécie de flor pré-histórica presa em âmbar (Imagem: Lamont et.al, 2022/Trends in Plant Science)
Cientistas descobrem espécie de flor pré-histórica presa em âmbar (Imagem: Lamont et.al, 2022/Trends in Plant Science)

Os autores do estudo explicaram que o carvão, também no âmbar, forneceu uma visão das condições em que esse grupo de plantas evoluiu. “Avaliamos as características relacionadas ao fogo no maior número possível de espécies vivas e as traçamos na árvore evolutiva usando uma técnica chamada atribuição de características ancestrais”, explicam.

Conforme pontua o artigo, quase todas as espécies vivas da subfamília Phylica têm sementes duras que requerem fogo para estimulá-las.

Não é a primeira vez que a comunidade científica se surpreende com uma informação pré-histórica valiosa preservada pelo âmbar. Há cerca de 99 milhões de anos, aranhas e seus quase futuros filhotes foram "capturados" por âmbar, permanecendo intactos dentro da resina, e foram encontrados recentemente por pesquisadores. Isso sem contar um caranguejo encontrado em âmbar que viveu com os dinossauros há 100 milhões de anos

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: