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Cientistas descobrem como corais conseguem brilhar mesmo nas profundezas

Como corais conseguem brilhar mesmo nas profundezas do oceano? Para responder a essa pergunta, cientistas da Tel Aviv University (Israel) conduziram uma análise em torno de espécies que vivem abaixo da zona do crepúsculo, a camada profunda, escura e mediana do oceano, entre 200 e até 1000 metros.

Os cientistas sabem há muito tempo que os corais que habitam essa área profunda possuem um brilho verde ou laranja ao redor de seus tentáculos. Mas até então, a informação que se tem é que esse ser vivo emite luz depois de absorver energia, através da biofluorescência (diferente da bioluminescência, reação entre uma enzima e uma molécula capaz de liberar luz).

O que os pesquisadores não sabiam era por que os corais brilham nessa profundidade. Algumas hipóteses apontavam que a fluorescência protege os corais do calor ou da luz. Na prática, protetor solar. Os autores também acreditam que a fluorescência de alguma forma ajuda no processo de fotossíntese.

O brilho verde dos corais permite a captura de mais presas (Imagem: David Clode/Unsplash)
O brilho verde dos corais permite a captura de mais presas (Imagem: David Clode/Unsplash)

Como não foram encontradas evidências para apoiar as hipóteses anteriores, a equipe começou a analisar crustáceos e percebeu que eles eram atraídos por fluorescentes verdes ou laranjas. Experimentos com plânctons também chegaram a isso. Em seguida, os pesquisadores coletaram corais do Golfo de Eilat, no Mar Vermelho, e descobriram que os corais que brilhavam em verde capturavam 25% mais presas.

Os autores do estudo afirmam que os corais estão sob enorme ameaça, e são especialmente vulneráveis ​​a produção de petróleo, mineração em alto mar e a crise climática. Assim, qualquer informação que a ciência possa fornecer sobre as misteriosas vidas dos corais pode ajudar a encontrar novas maneiras de protegê-los e conservá-los.

Fonte: Canaltech

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