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The Last of Us | 6 motivos para assistir série na HBO Max

Não há dúvidas de que The Last of Us é uma das séries mais aguardadas de 2023. Embora ainda estejamos nas primeiras semanas do ano, todo o barulho causado pela nova série da HBO antes mesmo da sua estreia já mostra o quanto a adaptação do clássico game do PlayStation 4 e PlayStation 5 tem tudo para ser um sucesso e atrair não só os jogadores, mas também um público não muito familiarizado com os videogames.

Só que nem todo mundo pode ter sido contaminado pelo fungo do hype. Então pode ser que você esteja se perguntando se toda empolgação é justificável ou mesmo se vale a pena mergulhar de cabeça em uma nova série, ainda mais quando o histórico de adaptações de videogames nunca ficaram acima do medíocre.

Mas não há motivo para desconfiança. Já falamos antes sobre as razões que explicam toda a expectativa em torno de The Last of Us, mas se você ainda não está convencido se deve ou não assistir à grande estreia da HBO neste final de semana, o Canaltech listou 6 motivos para você assistir à série de The Last of Us.

6. Adaptação à altura

Série capta e traduz muito bem o espírito do jogo em todos os aspectos (Imagem: Divulgação/HBO)
Série capta e traduz muito bem o espírito do jogo em todos os aspectos (Imagem: Divulgação/HBO)

O primeiro ponto é também o mais óbvio: trata-se de uma das melhores adaptações de videogames já feitas até hoje. Você certamente já ouviu muita gente falando isso por aí só com base nos trailers ou mesmo nas críticas que já começaram a surgir, mas pode ter certeza de que não se trata de nenhum exagero.

O jogo do PlayStation sempre foi considerado um clássico desde que foi lançado, em 2013, e havia uma enorme preocupação por parte dos fãs de que a série da HBO descaracterizasse essa história tão amada. E o envolvimento direto do criador do Game, Neil Druckmann, fez com que o seriado alcançasse um nível de fidelidade impressionante.

E não apenas nos visuais dos personagens, mas naquilo que essa história tem de melhor: sua ambientação que explora muito bem tanto a temática pós-apocalíptica quanto no modo como essa realidade desgraçada afeta as pessoas. É o tipo de coisa que agrada não só aos jogadores, mas que mostra para um público mais amplo o que fez essa franquia ser tão poderosa e popular no games.

5. História incrível

A história de The Last of Us é mais dramática do que voltada à ação (Imagem: Reprodução/HBO)
A história de The Last of Us é mais dramática do que voltada à ação (Imagem: Reprodução/HBO)

Para ser sincero, a premissa básica de The Last of Us não é a coisa mais original do mundo. Trata-se de um mundo destruído por uma infestação de um fungo que transformou as pessoas em zumbis e a trama foca em dois sobreviventes que precisam cruzar o país na tentativa de encontrar uma cura. Até aí, nada de excepcional.

Contudo, o grande charme desse roteiro está no foco dado. O importante aqui não é a sobrevivência em si, mas o peso dramático que cada um dos personagens carrega.

Joel (Pedro Pascal) é um contrabandista que perdeu a filha no início da infestação e que, desde então, se tornou alguém amargurado e fechado para o mundo. Já Ellie (Bella Ramsey) é uma menina que nasceu já nessa realidade quebrada e que, por isso mesmo, carrega a dureza e o cinismo em sua personalidade, mas sem deixar de lado uma certa inocência típica da infância — e o encontro desses opostos conquistam o público e o leva a caminhos imprevisíveis.

4. Grandes atuações

Pedro Pascal está incrível como Joel (Imagem: Divulgação/HBO)
Pedro Pascal está incrível como Joel (Imagem: Divulgação/HBO)

Por isso mesmo, o trabalho de Pascal e Ramsey nessa dupla de protagonistas é algo que merece destaque. Além de interpretarem muito bem esses indivíduos tão cheios de camadas, a química entre eles é facilmente a melhor coisa de toda a série.

Pedro Pascal é um nome que dispensa apresentações e já havia mostrado muito bem todo seu carisma e também capacidade de interpretação em The Mandalorian. E mesmo que seu Joel tenha algumas semelhanças com Din Djarin na própria ideia de ser esse “pai triste” se assimilando a uma criança, é incrível como ele se transforma em outra pessoa bem diferente daquela que estamos acostumados a ver.

Já Ramsay vai muito bem dessa menina que é inicialmente muito irritante àquela criança que teve sua infância podada por uma sequência de tragédias — de modo que você vai se apaixonar por essa personagem episódio a episódio.

Isso sem falar do restante do elenco, que também está muito bem. Anna Torv é um monstro com sua Tess, uma contrabandista companheiro de Joel, e Nick Offerman vive um sobrevivente paranoico em uma das histórias mais bonitas de toda a série.

3. Não é apenas para jogadores

Principal acerto da série é mirar em quem não conhece o jogo e não no público gamer (Imagem: Divulgação/HBO)
Principal acerto da série é mirar em quem não conhece o jogo e não no público gamer (Imagem: Divulgação/HBO)

Já mencionamos por alto, mas vale a pena frisar: The Last of Us não é uma série feita apenas para quem já conhece o jogo. Na verdade, o objetivo da HBO é justamente atingir um público que vai além dos videogames.

Por isso mesmo, o seriado é desenvolvido de forma a funcionar independente do jogo, sem trazer referências ou situações que só vão ser entendidas pelos fãs. Na verdade, o que ele faz é o contrário: simplifica algumas coisas que fazem muito mais sentido nos games e tornam a narrativa acessível para todo o qualquer tipo de espectador.

E o resultado final disso é muito acertado. Tanto que uma pessoa que não tenha ideia de que The Last of Us é uma adaptação de videogame pode entender e apreciar a obra como um todo sem qualquer problema. Essa intenção foi externalizada pelo próprio Neil Druckmann, que revelou que seu principal objetivo com a série é mostrar ao público-geral o potencial narrativo dos jogos.

2. Complementa os jogos

Ao mesmo tempo, quem conhece o jogo vai se sentir em casa e ainda ver muitas adições à história (Imagem: Divulgação/HBO)
Ao mesmo tempo, quem conhece o jogo vai se sentir em casa e ainda ver muitas adições à história (Imagem: Divulgação/HBO)

Ao mesmo tempo, quem já conhece o game vai ter muito o que apreciar em The Last of Us, além dos itens já citados. A fidelidade do visual e da história vai agradar esse público, assim como a ótima interpretação dos atores que vivem os icônicos personagens, mas é no conteúdo inédito que está a parte mais interessante da adaptação da HBO.

A série expande algumas linhas narrativas e complementa histórias que não são contadas nos jogos. Isso vai desde mostrar mais detalhes do passado de certos personagens como também trazer respostas que ficaram em aberto. E o próprio funcionamento do fungo cordyceps passou por alterações, mudando a dinâmica de funcionamento e criando novas situações dentro do roteiro que são bem interessantes de se ver.

1. Não é só mais uma série de zumbi

Apesar dos zumbis estarem presentes, a dinâmica da história é bem diferente (Imagem: Divulgação/HBO)
Apesar dos zumbis estarem presentes, a dinâmica da história é bem diferente (Imagem: Divulgação/HBO)

Como dito, a premissa básica de The Last of Us é bem comum e até bastante familiar. A ideia de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico com monstros que infectam pela mordida é bastante conhecida e até um pouco saturada. Afinal, acompanhamos The Walking Dead por mais de uma década, assim como todos os produtos derivados.

Só que a nova série da HBO apenas parte dessa ideia para explorar um outro tipo de história. Assim, ainda que a jornada do pai triste também não seja nada revolucionária no audiovisual — The Mandalorian está aí com o mesmo Pedro Pascal —, ela chega a The Last of Us para dar um gostinho diferente a um tipo de história que a gente conhece tão bem.

Desse modo, quem for esperando só ver mais uma história de zumbis vai se impressionar bastante não apenas com a pouca quantidade de cenas de monstros como pelo teor dramático que a trama carrega como um todo.

Fonte: Canaltech

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