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Cientistas da Índia dizem não ter apoiado duplicação de intervalo de doses de vacina

·1 minuto de leitura
Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19

Por Krishna N. Das e Devjyot Ghoshal

NOVA DÉLHI (Reuters) - O governo da Índia dobrou o intervalo entre as duas doses da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca sem o consentimento do grupo de cientistas que disse ter recomendado a prorrogação, disseram três membros do organismo de aconselhamento à Reuters.

O Ministério da Saúde anunciou a decisão de mudar o intervalo de 6 a 8 semanas para 12 a 16 semanas em 13 de maio, um momento em que os suprimentos de vacina eram insuficientes para a demanda e as infecções estavam disparando em todo o país.

A pasta disse que o intervalo maior foi recomendado pelo Grupo Nacional de Aconselhamento Técnico para Imunização (NTAGI) com base principalmente em indícios da vida real coletados no Reino Unido. Mas os cientistas do NTAGI, classificados pelo governo com três dos 14 "membros centrais", disseram que a entidade não tinha dados suficientes para fazer tal recomendação.

M.D. Gupte, ex-diretor do Instituto Nacional de Epidemiologia estatal, disse que o NTAGI endossou aumentar o intervalo de administração para 8 a 12 semanas --o mesmo aconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)--, mas acrescentou que o grupo não tinha dados a respeito dos efeitos de um intervalo superior a 12 semanas.

"De 8 a 12 semanas é algo que todos nós aceitamos, de 12 a 16 semanas é algo que veio do governo", acrescentou. "Isto pode estar certo e pode não estar. Não temos informações sobre isso."

Ele foi ecoado por Mathew Varghese, colega do NTAGI que disse que a recomendação do grupo foi para 8 a 12 semanas.

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