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Cientistas criam robôs milimétricos com "energia infinita"

Foto: Reprodução da internet.
Foto: Reprodução da internet.
  • Com dois milímetros de diâmetro, os robôs operam em ambientes líquidos;

  • Similares a miniaturas, os artefatos podem contribuir para a medicina;

  • Sem uso de eletricidade, os objetos permitem novo potencial para administrar medicamentos na corrente sanguínea.

Robôs já não fazem mais parte apenas da imaginação, da ficção-científica. Cada vez mais, o mundo vai se rendendo às possibilidades criativas e práticas que os mecanismos tecnológicos podem agregar para a sociedade.

Buscando contribuir com a medicina, um grupo de pesquisadores desenvolveu um robô que tem “energia infinita”.

Os pequenos robôs são similares a submarinos em miniatura, de forma a mergulhar na água e repetir tarefas como a de levar artefatos entre um local e outro.

Leia também:

Sem eletricidade, os objetos se movimentam no ambiente líquido, permitindo um novo potencial na administração de medicamentos na corrente sanguínea.

De acordo com Tom Russell, professor de Ciências de Polímeros e Engenharia da Universidade de Massachussetts Amherst e autor primário do estudo na criação do robô, os pesquisadores quebraram o que antes era um impeditivo no design do sistema robótico líquido.

Até então, a ausência de fonte de energia fazia com que os artefatos realizassem as tarefas apenas uma vez.

Russell e Ganhua Xia, professora da Universidade de Hunan, procuraram contornar a dificuldade com uma solução baseada em sal, o que tornou os robôs mais densos que a água ao redor.

Desse modo, os robôs se juntam em uma centralidade e podem descer com mais força na água, de forma a buscar os objetos químicos desejados para superfície.

Ainda assim, o pesquisador afirma que os “liquibots”, como são chamados os pequenos artefatos, não são uma ideia nova.

Outros experimentos similares já haviam sido feitos, mas antes os robôs necessitavam de uma energia fornecida constantemente.

Cada artefato tem por volta de 2 milímetros de diâmetro.

As informações são do Olhar Digital.

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