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Cientistas criam glitter vegano e sustentável a partir de celulose

·2 min de leitura
  • Cores tem a mesma vivacidade das asas de uma borboleta ou as penas de um pavão

  • Material é feito a partir de nanocristais de celulose

  • Descoberta promete revolucionar a indústria de cosméticos

Glitter é uma pedra no sapato de todos os pais e professores infantis. Mas, além de seu fator de incômodo, ele também é feito de materiais tóxicos e contribui para a poluição do plástico no planeta.

Agora, pesquisadores da Universidade de Cambridge descobriram uma maneira de fazer uma purpurina sustentável, não tóxica, vegana e biodegradável a partir de celulose - principal substância que plantas, frutas e vegetais são feitos. E que é tão brilhante quanto o original.

“Será igualmente irritante, mas não prejudicará o planeta e é seguro para os seus filhos”, disse Silvia Vignolini, professora do Departamento de Química de Cambridge.

"Pigmentos convencionais, como o glitter, não são produzidos de forma sustentável. Eles penetram no solo, no oceano e contribuem para um nível geral de poluição. Os consumidores estão começando a perceber que embora os brilhos sejam divertidos, eles também causam danos ambientais reais", disse Vingolini.

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Em seu artigo científico, a equipe descreve como conseguiu criar cores vívidas, como a das asas de uma borboleta ou das penas de um pavão, a partir de nanocristais de celulose. Através do processo chamado de "coloração estrutural", a luz entra no nanocristal, que a reflete de várias maneiras diferentes, cada um emitindo uma cor única.

O desafio, segundo Vignolini, era controlar as condições para possibilitar a produção tanto de pigmentos mínimos, da faixa da nanoescala, até outros com metros de tamanho.

Depois de produzir os filmes de celulose em grande escala, os pesquisadores as trituraram em partículas do tamanho adequado para fazer brilhos ou pigmentos de efeito. As partículas resultantes são biodegradáveis, sem plástico e não tóxicas.

Além dos materiais naturais, o processo de criação da novidade também consome menos energia do que a produção de pigmentos comuns.

"Tradicionalmente, os minerais do pigmento de efeito precisam ser aquecidos a temperaturas de até 800 ° C para formar as partículas de pigmento. Quando você considera a quantidade de pigmentos de efeito mineral que é produzida no mundo todo, percebe que seu uso é prejudicial ao planeta", disse Benjamin Droguet, um dos principais cientistas do experimento.

“Acreditamos que este produto pode revolucionar a indústria de cosméticos ao fornecer um pigmento e glitter totalmente sustentáveis, biodegradáveis e veganos”, finalizou Vignolini.

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