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Cientistas criam células sintéticas com auxílio de bactérias

Em estudo publicado na revista Nature na última quarta-feira (14), pesquisadores da University of Bristol (Reino Unido) narraram um grande passo à frente na biologia ao projetar uma célula sintética capaz de desempenhar várias funções-chave de uma célula viva, incluindo a geração de energia e a expressão de genes.

A célula artificialmente construída chegou a mudar de uma forma de esfera para uma forma mais natural de ameba nas primeiras 48 horas de 'vida'. Para isso, os pesquisadores usaram duas colônias bacterianas: Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa.

Essas duas bactérias foram misturadas com microgotas vazias em um líquido viscoso. Uma população foi capturada dentro das gotículas e a outra foi aprisionada na superfície das gotículas. Os cientistas então romperam as membranas das bactérias banhando as colônias em uma enzima chamada lisozima.

Cientistas criaram células sintéticas com auxílio de bactérias (Imagem: Wirestock/Freepik)
Cientistas criaram células sintéticas com auxílio de bactérias (Imagem: Wirestock/Freepik)

As bactérias derramaram seu conteúdo, que foi capturado pelas gotículas para criar protocélulas revestidas por membrana. O grupo então se concentrou em demonstrar que as células eram capazes de processamentos complexos, como a produção de moléculas de armazenamento de energia.

A ideia é que essa tecnologia ajude, no futuro, a fabricar módulos complexos para desenvolvimento nas áreas de diagnóstico e terapêutica da biologia sintética, bem como na biofabricação e biotecnologia em geral.

Células artificiais podem ser programadas para fotossintetizar como bactérias roxas ou gerar energia a partir de produtos químicos. A ciência ainda tem alguns degraus a galgar até que se domine a produção dessas células sintéticas.

Fonte: Canaltech

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