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Cientistas do BR planejam transplantes com órgãos de porcos para salvar vidas

Frente à escassez nos bancos de órgãos, cientistas brasileiros pretendem realizar transplantes com órgãos de porco em seres humanos, com a intenção de salvar vidas. No entanto, para que essa técnica seja uma realidade, ainda há complicados desafios a serem superados pelos pesquisadores do país.

Os cientistas brasileiros reconhecem que o transplante com órgãos de porco tem um grande potencial enorme para quem precisa de rim, coração, pele e córnea, por exemplo. De qualquer forma, ainda é preciso descobrir como prevenir a rejeição pelo corpo humano e evitar a transmissão de doenças.

Acontece que são necessárias algumas mudanças nos genes dos porcos, para que o sistema de defesa do corpo humano não interprete os órgãos transplantados como "estranhos" e lutem contra eles. Outra concentração é garantir que os órgãos não estejam contaminados por vírus.

Só que a jornada vai muito além disso: para que a prática entre em vigor, faz-se necessária a autorização de órgãos reguladores, como a Anvisa, e a aprovação de lei federal. A medicina ainda não tem uma estimativa de quanto tempo deve levar até que se supere essas fases, que estão diretamente interligadas com os resultados dos testes clínicos, que visam comprovar a eficácia e segurança dos transplantes.

Pesquisadores brasileiros enfrentam desafios para integrar transplante com órgãos de porco à realidade do país (Imagem: Lucia Macedo/Unsplash)
Pesquisadores brasileiros enfrentam desafios para integrar transplante com órgãos de porco à realidade do país (Imagem: Lucia Macedo/Unsplash)

Em março deste ano, o governo de São Paulo anunciou um investimento de quase R$ 50 milhões para o desenvolvimento de pesquisas sobre xenotransplantes. O investimento se dá a partir de uma parceria entre o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e a startup XenoBrasil. A ideia é construir um biotério para a criação de porcos destinados a fornecer os órgãos para transplante. O espaço será no campus da Universidade de São Paulo (USP).

A tendência é que, ao longo do tempo, os transplantes com órgãos de porco contemplem cada vez mais pessoas e reduzam os gastos com saúde pública, principalmente considerando o público que precisa de hemodiálise, ou seja: procedimento que depende da máquina responsável por limpar o sangue nos casos em que os rins de um paciente já não funcionam.

Fonte: Canaltech

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