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Cientistas apostam em árvores geneticamente modificadas contra mudanças climáticas

·2 minuto de leitura
Cientistas apostam em árvores geneticamente modificadas contra mudanças climáticas
Cientistas apostam em árvores geneticamente modificadas contra mudanças climáticas

Com um cenário catastrófico se avizinhando por conta das mudanças climáticas e a pouca movimentação dos governos dos grandes países no caminho da redução da emissão de gases do efeito estufa, é urgente pensar em soluções criativas em relação ao problema. Tendo isso em vista, a startup Living Carbon está pensando em uma maneira viável de desenvolver árvores geneticamente modificadas para conseguirem capturar mais carbono da atmosfera.

A empresa fazia parte da de uma programa de incubação de empresas chamado Y Combinator, e seus representantes afirmam ter conseguido trabalhar de forma eficiente no DNA das árvores para que elas pudessem retirar mais carbono da atmosfera e sequestrá-lo com segurança, um processo que pode fazer com que esforços de reflorestamento possam ser ainda mais eficientes.

Imagem mostra duas mãos juntas, segunrando um punhado de terra como uma planta crescendo por cima
Áreas recém-reflorestadas não são tão eficazes na captura de carbono. Imagem: sarayut_sy/Shutterstock

Estudos sugerem que com o avanço da urbanização para o interior do planeta, hoje não existe espaço o suficiente em todo o planeta para a plantação das árvores necessárias para compensar todas as emissões de gases de efeito estufa das indústrias e da agropecuária através dos processos tradicionais de reflorestamento, por conta disso, faz sentido pensar em fazer de cada árvore mais eficiente na retirada do carbono da atmosfera.

Os ajustes genéticos que a Living Carbon tem como alvo envolvem o processo de fotossíntese, tornando as plantas mais eficazes na absorção da luz solar. As árvores com essa edição genética, na teoria, crescem mais rápido que as demais, enquanto retiram quantidades maiores de carbono da atmosfera terrestre.

Algumas questões

Na natureza, as árvores somem com o carbono da atmosfera, mas, em áreas recém-reflorestadas, esse processo demora um pouco para começar a acontecer. Porém, sem nenhum trocadilho aqui, nem tudo são flores no projeto, um dos grandes desafios dos pesquisadores da Living Carbon é o preço do projeto. A tecnologia desenvolvida por eles é extremamente cara e ainda não se sabe se ela é ou não escalável.

“Plantar árvores sozinho é definitivamente útil”, disse o cofundador e CTO da Living Carbon, Patrick Mellor, ao Futurism. “Mas qualquer maneira de melhorarmos a redução total do dióxido de carbono da fotossíntese, e também melhorar a retenção desse carbono, são maneiras de aumentar bastante o potencial de redução total das árvores.

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Além das árvores geneticamente modificadas para crescimento mais rápido, a Living Carbon também está trabalhando na edição genética para a criação de um fungicida natural, que reduziria a taxa de decomposição das árvores, fazendo com que o carbono retirado por elas da atmosfera permanecesse sequestrado por mais tempo.

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