Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.933,78
    -180,15 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.072,62
    -654,36 (-1,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,55
    +0,17 (+0,27%)
     
  • OURO

    1.770,00
    -0,60 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    55.044,85
    -976,05 (-1,74%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.233,16
    -65,79 (-5,06%)
     
  • S&P500

    4.163,26
    -22,21 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    34.077,63
    -123,04 (-0,36%)
     
  • FTSE

    7.000,08
    -19,45 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    29.106,15
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    29.106,83
    -578,54 (-1,95%)
     
  • NASDAQ

    13.913,75
    +16,50 (+0,12%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6765
    +0,0008 (+0,01%)
     

Cidades do Amapá têm novo apagão

NICOLA PAMPLONA
·1 minuto de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá) informou na noite desta quinta (8) o fornecimento de energia foi interrompido por volta das 18h30 em 15 das 16 cidades do estado. O problema teria sido causado por falha no sistema de transmissão que conecta Macapá ao resto do país. São as mesmas cidades afetadas pelo apagão de novembro de 2020, após explosão em uma subestação na capital. O sistema de transmissão, que inclui subestações e linhas, é operado pela LMTE (Linhas de Macapá Transmissão de Energia). O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) diz que a interrupção ocorreu às 18h34, derrubando uma carga de 200 MW (megawatts). O processo de recomposição, segundo o operador, começou às 19h02. Em 2020, as cidades afetadas conviveram com problemas no abastecimento por 21 dias. O ONS diz que avaliará as causas da ocorrência junto aos agentes envolvidos. Em fevereiro, a Aneel aplicou multa de R$ 3,6 milhões à LMTE, alegando que o apagão foi provocado por falhas de manutenção em suas instalações. Foi a maior multa da história da agência, em termos de percentual sobre o faturamento de um agente do setor. A fiscalização da Aneel diz ter encontrado 21 não conformidades na instalação, entre elas a indisponibilidade de um dos três transformadores da subestação, que estava parado desde dezembro de 2019, e poderia ter sido usado após a explosão, que danificou os outros dois equipamentos. Em recurso, a empresa alega que as conclusões da Aneel sobre falhas de manutenção foram tomadas antes do fim do resultado das perícias e que não foram investigadas as responsabilidades de outros agentes do setor elétrico responsáveis pelo planejamento da segurança energética do Amapá.