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Cidade do México reiniciará as aulas presenciais em 7 de junho

·2 minuto de leitura
Crianças participam de uma aula de ciência da computação no bairro Escalerillas em Chimalhuacan, estado do México, México, em 24 de fevereiro de 2021

Os alunos da Cidade do México, a mais afetada no país pela pandemia da covid-19, voltarão às aulas presenciais de forma voluntária no dia 7 de junho, informaram as autoridades locais nesta quarta-feira (19).

“O retorno presencial às aulas será no dia 7 de junho nas comunidades educacionais que assim decidirem”, disse Luis Humberto Fernández, Autoridade Educacional Federal da Cidade do México, em uma coletiva de imprensa.

Dessa forma, os alunos das comunidades que optarem por retornar às aulas terão um mês de aulas presenciais antes do término do atual semestre letivo.

No México, inclusive na capital, as aulas presenciais estão suspensas desde março de 2020, com duas exceções: Campeche e Coahuila.

Fernández disse que no final desta semana, todo o corpo docente que assim o decidir "estará vacinado".

Ainda assim, “ninguém será obrigado” a voltar às aulas que serão ministradas “em total segurança, com filtros sanitários” e assistência reforçada, afirmou a prefeita da Cidade do México, Claudia Sheinbaum.

Dois outros estados dos 32 do México, que somam várias semanas de queda nas infecções, já reabriram salas de aula, e outros quatro o farão antes do final de maio.

O uso de máscara e gel desinfetante será obrigatório.

“Com um contágio, a escola ficará fechada por 15 dias”, explicou Fernández.

O número de alunos na Cidade do México, da pré-escola ao ensino médio, é de 1,5 milhão.

A reabertura de escolas "será um elemento muito importante na redução do abandono escolar", continuou o funcionário.

Em março, o Instituto Nacional de Estatística, INEGI, alertou que 5,2 milhões de pessoas entre os três e os 29 anos não se matricularam para o ciclo 2020-2021.

Deste grupo, 2,3 milhões de pessoas não se inscreveram por causas diretamente relacionadas à pandemia, como considerar a educação a distância ineficaz, pela perda dos pais ou pela falta de aparelhos eletrônicos para assistir às aulas virtuais.

Com 126 milhões de habitantes, o México soma 2,3 milhões de casos de infecções e 220.746 mortes desde que a pandemia atingiu o país em fevereiro de 2020.

jg/jla/mls/ap/mvv

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