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Cidade do México reduz as restrições devido ao declínio dos casos de covid-19

·1 minuto de leitura
Mulher recebe vacina contra covid-19 da aliança Pfizer-BioNTech, no Centro de Exposições e Congressos da Universidade Nacional Autônoma do México, na Cidade do México, em 24 de março de 2021

A Cidade do México reduzirá as medidas de distanciamento social a partir da próxima semana em função de um declínio contínuo na disseminação da covid-19, informou o governo local nesta sexta-feira (7).

“Derivado das melhorias contínuas que vimos (...) já cumprimos as condições” para diminuir gradativamente as restrições, informou Eduardo Clark, diretor da Agência Digital de Inovação Pública, em conferência.

As internações passaram de 1.681 em 30 de abril para 1.404 nesta sexta-feira, com queda de 277 pessoas, representando 16,5% de ocupação na última semana, acrescentou Clark.

Em meados de janeiro, a capital mexicana atingiu o pico de 90% de leitos hospitalares ocupados.

Com este panorama, a Cidade do México baixou mais um nível, para amarelo, no "semáforo epidemiológico" que marca as restrições que as autoridades devem implementar, de acordo com o comportamento do novo coronavírus.

O maior nível de alerta é o vermelho, que estipula a suspensão de atividades não essenciais, seguido das cores laranja, amarelo e verde. Este último permite o retorno às aulas presenciais e a normalização de quase todas as atividades.

Ao passar da fase laranja para a amarela, os bancos na Cidade do México não terão mais restrições de horário. A capacidade permitida nas lojas será de 40%, como nos cinemas.

A ocupação de locais para eventos de entretenimento ao ar livre, como estádios, pode ser de 25%, enquanto bares, cassinos e parques de diversão estenderão seu horário até as 22h.

Com 126 milhões de habitantes, o México tinha até a quinta-feira 2,35 milhões de casos confirmados e 218.173 mortes por covid-19, o quarto país mais atingido pelo vírus no mundo depois dos Estados Unidos, Brasil e Índia.

jg/jla/dg/ap

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