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Cibercrimonosos miram políticos brasileiros como alvos para clonagem de celular

·3 minuto de leitura

Nesta quarta-feira (4), o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), afirmou nas redes sociais que teve seu celular clonado por criminosos que roubaram dados de sua agenda de contato para mandar mensagens aplicando golpes financeiros. O político não está sozinho entre as figuras públicas que tiveram seus celulares comprometidos: na última segunda-feira (2), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD) relatou ter sido vítima de uma ação semelhante. Ainda não há um levantamento oficial que confirme a tendência, mas casos parecidos registrados nas últimas semanas podem apontar uma nova "preferência" de bandidos por esses alvos.

Juntam-se a eles Helder Barbalho (MDB), governador do Pará. No dia 20 de julho deste ano, Barbalho relatou que foi vítima de crime cibernético. “Meu número de telefone foi clonado. Já fiz boletim de ocorrência e estou tomando as providências para resolver o problema”, afirmou, na ocasião.

Segundo Santana, a polícia foi acionada e informou que a invasão pode ser fruto da ação de criminosos que que atuam em diversos estados do país. “Se você também foi vítima de algum golpe virtual, deve procurar imediatamente a polícia, através do número 3101-2511 (DIP – Departamento de Inteligência Policial PCCE)”, escreveu o político — vale destacar que esse telefone é da região do Ceará, com prefixo 85.

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) define celulares clonados como aparelhos que foram reprogramados para transmitir os códigos de um dispositivo e do assinante habilitado. “Assim, o fraudador usa o aparelho clonado para fazer as ligações telefônicas e as mesmas são debitadas na conta do titular da linha”, afirma o órgão.

Deputado aplica contragolpe em criminosos

Outra vítima que teve seu aparelho clonado foi o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (Sem Partido), que afirmou que seu número estava sendo usado para aplicar golpes. Uma das pessoas que recebeu um contato suspeito foi o deputado Luis Miranda (DEM-DF). Os criminosos tentaram extorquir R$ 20 mil.

Ao perceber que se tratava de uma armadilha, Miranda disse que pediu R$ 50 aos criminosos. A justificativa seria o pagamento de taxas bancárias. Após receber a transferência, o deputado enviou um áudio ao golpista dizendo “bandido, comigo não”. Ao Diário do Nordeste, ele afirmou que manteve a conversa e coletou dados, posteriormente repassados a Maia e aos investigadores que cuidam do caso.

Como se proteger da clonagem?

Embora casos envolvendo figuras públicas tendam a chamar mais a atenção do público, qualquer pessoa corre o risco de ter seu aparelho clonado. Confira algumas dicas da Anatel para não ser vítima do golpe:

  • Só conserte seu telefone celular em representantes autorizados dos fabricantes ou fornecedores de serviço de confiança;

  • Revise mensalmente documentos de cobrança para verificar possíveis cobranças não autorizadas;

  • Tenha um maior rigor com chamadas durante viagens, bem como maiores cuidados nas passagens por aeroportos. A clonagem de celulares é mais comum quando você está fora da área de atuação de sua prestadora, no modo conhecido como roaming;

  • Exija nota fiscal e verifique a procedência de qualquer aparelho comprado, verificando atentamente dados como habilitação e o número de série do aparelho.

Proteções adicionais envolvem o uso de sistemas e aplicativos atualizados, bem como desconfiar de qualquer mensagem ou link suspeito que possa chegar por e-mail, redes sociais ou comunicadores. Além de proteger contra clonagens, essas medidas também ajudam a proteger celulares contra malwares e os diversos golpes que circulam pela internet.

Fonte: Canaltech

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