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Chuva de meteoros Oriônidas é filmada em Santa Catarina; veja o vídeo

·2 min de leitura

Enquanto a Terra orbita o Sol, nosso planeta eventualmente atravessa regiões onde há detritos de cometas, deixados à medida que tais objetos se aproximam do Sol. O resultado desta interação são as chamadas chuvas de meteoros — e a Oriônidas, causada por detritos do cometa Halley, está em pleno pico de atividades neste fim de outubro. Uma estação de monitoramento em Monte Castelo, no Planalto Norte de Santa Catarina, registrou alguns destes meteoros na noite do último dia 22 de outubro.

Ao todo, foram observados cerca de 30 meteoros na região de Monte Castelo na noite da última sexta-feira (22). O astrônomo amador e membro da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), Jocimar Justino, disse, em entrevista ao G1, que pelo menos nove deles faziam parte da chuva Oriônidas. O ponto máximo do fenômeno estava previsto para a madrugada entre os dias 20 e 21 deste mês, mas o tempo nublado na região dificultou a observação.

A cada 76 anos, o famoso cometa Halley mergulha em direção ao interior do Sistema Solar e, ao se aproximar do Sol, ele é aquecido. Além da característica calda que se forma a partir deste aquecimento, o cometa libera pedaços de si, deixando um rastro de fragmentos. É justamente quando a Terra atravessa esta região, em maio e outubro, que estes pedaços do Halley são atraídos por ela e, inevitavelmente, atravessam a atmosfera e dão origem às chuvas de meteoros anuais — a de maio se chama Eta Aquáridas.

Como os meteoros Oriônidas aparentam surgir da constelação de Órion, a chuva recebe tal nome. A visita mais recente do Halley às proximidades da Terra foi em 1976 e a próxima está prevista para 2061, quando poderá ser observado a olho nu. Segundo a BRAMON, os fragmentos podem atingir a Terra a uma velocidade média de 67 km/s, produzindo meteoros bem velozes e brilhantes.

Fonte: Canaltech

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