Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.882,20
    -1.831,25 (-1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.904,00
    -294,94 (-0,54%)
     
  • PETROLEO CRU

    75,70
    +1,33 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.987,00
    -10,70 (-0,54%)
     
  • Bitcoin USD

    28.534,23
    -42,33 (-0,15%)
     
  • CMC Crypto 200

    621,79
    +7,58 (+1,23%)
     
  • S&P500

    4.109,31
    +58,48 (+1,44%)
     
  • DOW JONES

    33.274,15
    +415,12 (+1,26%)
     
  • FTSE

    7.631,74
    +11,31 (+0,15%)
     
  • HANG SENG

    20.400,11
    +90,98 (+0,45%)
     
  • NIKKEI

    28.041,48
    +258,55 (+0,93%)
     
  • NASDAQ

    13.308,00
    +226,00 (+1,73%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4892
    -0,0664 (-1,20%)
     

China vai consolidar e impulsionar bases de recursos estratégicos domésticos, diz mídia estatal

PEQUIM (Reuters) - A China vai consolidar e ampliar suas bases de recursos estratégicos domésticos neste ano para alcançar um rápido acúmulo de recursos minerais, disse o ministro de recursos naturais chinês, Wang Guanghua, neste domingo, de acordo com a mídia estatal.

"Nós lançaremos uma nova rodada de ação estratégica para prospecção mineral", disse Wang a repórteres nos bastidores da reunião parlamentar anual.

"O foco é fortalecer a exploração e o desenvolvimento domésticos em torno de recursos minerais escassos e estrategicamente importantes", disse ele.

A China também vai promover a "nacionalização" de equipamentos minerais de alta tecnologia, acrescentou ele.

As autoridades chinesas lançaram em 2021 um plano de ação de cinco anos para aumentar a exploração de recursos minerais estratégicos como petróleo, gás natural, cobre, cromo, tungstênio, terras raras e grafite cristalino, para garantir a segurança de recursos e energia do país.

O Ministério de Recursos Naturais implementará medidas de acompanhamento para atrair capital social para exploração e desenvolvimento mineral, disse Wang.

(Reportagem de redação da Reuters em Pequim)