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China vê sua população diminuir pela primeira vez desde 1961

A população da China crescia, de forma consecutiva, há mais de 60 anos. No entanto, em 2022, o gigante asiático viu, pelo primeira vez, o tamanho da população diminuir desde 1961, segundo informações do instituto governamental National Bureau of Statistics.

Em números totais, a população da China é estimada em 1,41 bilhão de pessoas. De 2021 para 2022, são menos 850 mil pessoas vivendo no país, sem contar os estrangeiros e os habitantes de Macau e Hong Kong. Enquanto isso, a taxa de mortalidade aumentou de 7,18 a cada mil habitantes para 7,37 no ano passado.

Embora a população chinesa tenha diminuído, é preciso lembrar que o país ainda concentra 17,6% da população mundial — isso porque, na Terra, somos cerca de 8 bilhões de seres humanos.

Queda na taxa de natalidade na China

População na China diminuiu, pela primeira vez, desde 1961 (Imagem: Determined/Envato)
População na China diminuiu, pela primeira vez, desde 1961 (Imagem: Determined/Envato)

No atual cenário, o instituto de pesquisa pondera que "o declínio na população total da China em 2022 se deve, principalmente, à diminuição do número de nascimentos". É possível que a pandemia da covid-19 também tenha impactado a equação.

Observando apenas a taxa de natalidade, o índice caiu de 7,52 nascimentos a cada mil pessoas para 6,77. O fato chama atenção, já que o país extinguiu a política do filho único há sete anos para manter o crescimento populacional. No futuro, é possível que enfrente problemas associados com a retração populacional.

Qual o futuro do crescimento populacional na China?

“Essa tendência vai continuar e, talvez, piorar após a [pandemia da] covid-19”, reflete Yue Su, economista da Economist Intelligence Unit, para a BBC. Inclusive, a especialista entende que a retração da população deva ser ainda maior neste ano.

Justificando a visão, Su comenta que "a alta taxa de desemprego entre os jovens e a limitação da expectativa de renda podem atrasar ainda mais os planos de casamento e de filhos, diminuindo o número de recém-nascidos" na China.

Fonte: Canaltech

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