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China vê dificuldade para estabilizar comércio exterior em 2022

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A China enfrenta uma dificuldade “sem precedentes” para estabilizar a balança comercial no próximo ano, já que as condições favoráveis que impulsionaram o crescimento das exportações em 2021 não são sustentáveis, de acordo com um funcionário do ministério do Comércio do país.

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Os ganhos das exportações podem desacelerar à medida que os países concorrentes recuperam suas capacidades de produção e a inflação, que empurrou os valores das exportações para cima, diminui gradualmente, disse Ren Hongbin, vice-ministro do Comércio chinês, nesta quinta-feira em Pequim. Os fortes ganhos de exportação deste ano também tornam a base comparativa mais alta para 2022, segundo ele.

A China potencializará o reconhecimento de empresas comerciais e a capacidade de gerenciar riscos cambiais, de acordo com Ren. O governo também intensificará esforços focados em aliviar as pressões de problemas de logística internacional e da cadeia de abastecimento, disse ele, prometendo garantir o fornecimento de commodities ativamente.

Faremos “todos os esforços para manter o comércio exterior funcionando dentro de uma faixa razoável”, disse Ren. Essas medidas têm como objetivo ajudar a estabilizar o comércio no início de 2022, disse ele. Ele espera que as importações e exportações de bens da China cresçam mais de 20% em 2021, para um total de US$ 6 trilhões.

Os comentários de Ren ecoam preocupações levantadas no início desta semana pelo ministro do Comércio Wang Wentao. Segundo ele, será difícil para a China manter estável o seu crescimento comercial no próximo ano.

As exportações da China permaneceram resilientes ao longo do ano, fornecendo algum suporte para uma economia que está sendo prejudicada por medidas restritivas e surtos de coronavírus. As remessas internacionais registraram ganhos de dois dígitos em todos os meses deste ano, com exceção de fevereiro, quando os embarques aumentaram 155% em relação à queda vista no ano anterior.

Mas as perspectivas para o comércio são menos certas, já que o apetite internacional por produtos chineses deve enfraquecer se a recuperação econômica global perder força. Os exportadores chineses também estão lutando contra a alta nos preços das matérias-primas, bem como contra os custos de mão de obra e de transporte.

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