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China testa tecnologia que coleta energia solar com balões na órbita da Terra

·2 minuto de leitura

A China segue com seu ambicioso plano de estabelecer uma estação de energia solar na órbita da Terra até 2050. As vantagens e os desafios são muitos: lá do espaço, a luz do Sol está disponível o tempo todo e não tem risco de ser bloqueada por nuvens, como acontece aqui na superfície. Agora, o país finaliza a base terrestre prevista para ser concluída até o fim deste ano e já realizou alguns testes de transferência de energia através de balões em altitudes de 300 m.

A pequena usina chamada Base Experimental da Estação de Energia Solar Espacial Bishan (ou apenas Base Bishan) fica na cidade de Bishan, a cerca de 45 minutos da Chonqqing University, onde o professor e membro do projeto, Zhong Yuanchang, trabalha. Ele explica que a unidade, no entanto, tem um passado um pouco confuso: concebida em 2010, a base parou de funcionar desde então por conta de questões políticas e financeiras, mas voltou em junho deste ano.

Conceito artístico da estação de energia solar em órbita (Imagem: Reprodução/Zhong Yuanchang)
Conceito artístico da estação de energia solar em órbita (Imagem: Reprodução/Zhong Yuanchang)

A primeira estação baseada em solo foi projetada para captar a energia solar de usinas de painéis solares baseados em órbita. A vantagem mais evidente, talvez, seja a ausência do clima e da noite, que nos privam de luz do Sol em determinados momentos. A Base Bishan é destinada a testes em grande escala na China, além da integração, observação e cultivo dessa nova maneira de aproveitar a energia.

Por enquanto, o projeto se concentra na construção de uma usina de testes em pequena escala para entrar em atividade em 2030, mas, para isso, os pesquisadores precisam avaliar as transmissões de energia em baixas altitudes antes de passar para altitudes acima de 2 km, transferindo energia de ultra-alta tensão, até estabelecer a transferência de energia sem fio na órbita da Terra até 2050.

Nos primeiros testes, os pesquisadores utilizaram balões de alta altitude como uma plataforma flutuante e avaliaram a transmissão de energia de microondas a 300 m de altitude. O conceito não é inédito, como bem apresentou Isaac Asimov em 1941, através de sua obra de ficção científica Reason. Já em 1970, o engenheiro aeroespacial Peter Glaser recebeu a patente de um projeto que transmitiria a energia de satélites para a superfície da Terra através das microondas.

A própria NASA já explorou o conceito diversas vezes e, desde 1998, a agência espacial do Japão (JAXA) também desenvolve um sistema de energia solar espacial. Além deles, o Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA tem realizado testes e pequisas sobre a tecnologia, bem como o Caltech. A UK Space Energy Space Energy Initiative encomendou alguns estudos e a International Electric promete enviar energia diretamente para dispositivos estáticos ou móveis usando seu transmissor CASSIOPeiA.

Fonte: Canaltech

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