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China solicitará análise de segurança cibernética para listagem no exterior de algumas empresas

·2 min de leitura

Por Brenda Goh e Josh Horwitz e Anshuman Daga e Selena Li e Shuzhen Zhu

XANGAI (Reuters) - A China disse nesta terça-feira que vai colocar em vigor novas regras para aumentar a supervisão dos planos de empresas de plataforma locais de listagem de ações em bolsas de valores estrangeiras.

A Administração do Ciberespaço da China (CAC) afirmou que as novas regras entrarão em vigor em 15 de fevereiro e exigem que as empresas de plataforma com dados de mais de 1 milhão de usuários passem por uma revisão de segurança antes de listar suas ações no exterior.

Com as listagens no mercado de ações, existe o risco de que dados essenciais incluindo uma grande quantidade de informações pessoais possam ser afetados, controlados ou usados ​​de forma maliciosa por governos estrangeiros, segundo o CAC, que reiterou no comunicado uma preocupação sinalizada em julho do ano passado, quando as mudanças foram propostas pela primeira vez.

Em uma declaração separada, a CAC também disse que implementará novas regras em 1º de março sobre o uso de tecnologia de algoritmos de recomendação para aumentar a supervisão em provedores de notícias que usam a tecnologia para disseminar informações. As regras darão aos usuários o direito de desligar o serviço, se assim desejarem.

Ambos os conjuntos de regras foram propostos no ano passado e devem impactar potencialmente um grande número de empresas, como a proprietária da TikTok, ByteDance, e a gigante do comércio eletrônico Alibaba.

ByteDance e Alibaba não responderam imediatamente ao pedido de comentários da Reuters.

A CAC não especificou se as regras se aplicarão a empresas que buscam listagens em Hong Kong ou se as mudanças planejadas serão retroativas.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,06% após negociação em território negativo durante a maior parte da sessão, enquanto o índice de tecnologia caiu 1,04%.

As ações da Hong Kong Exchanges and Clearing, operadora da bolsa de valores de Hong Kong, fecharam em queda de 1,1%. Os papéis chegaram a cair até 2,4% após o anúncio.

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