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China se torna mais agressiva na defesa do yuan contra o dólar

(Bloomberg) -- A China deu seu passo mais agressivo até agora em sua batalha para fortalecer o yuan. O governo fixou sua taxa de câmbio de referência com o segundo viés mais forte já registrado.

O Banco Popular da China fixou o yuan 0,0249 por dólar mais forte do que a estimativa média em uma pesquisa com participantes de mercado - que a Bloomberg começou a compilar em 2018. Operadores de câmbio disseram que pelo menos um banco estatal também vendeu dólares no final da tarde, ajudando a sustentar o yuan.

A China intensificou sua luta contra a desvalorização da moeda nos últimos dias, após a postura agressiva do Federal Reserve elevar os rendimentos dos títulos do Tesouro americano e ameaçar atrair mais dinheiro para fora da segunda maior economia do mundo. Como o yuan atua como âncora para outras moedas na Ásia devido a vínculos comerciais fortes, a tentativa de Pequim de lutar contra a força do dólar também é um sinal de que está atingindo um limite de tolerância.

As saídas de capital da China provavelmente aumentarão ainda mais devido à sua desvantagem de rendimentos em relação aos EUA, disse Zhaopeng Xing, estrategista sênior do Australia & New Zealand Banking Group em Xangai. Os resgates líquidos mensais de portfólio podem até aumentar para um nível que ultrapasse os ingressos de comércio exterior, disse.

A moeda já caiu cerca de 8% este ano.

Autoridades monetárias em outros países também agiram para desacelerar o enfraquecimento de suas moedas em relação ao dólar. A Coreia do Sul pressionou o mercado no início deste mês, enquanto o Banco da Indonésia disse que quer que fundos estrangeiros comprem sua dívida para aumentar os ingressos. Há também uma especulação crescente de que o Japão pode intervir para impedir que o iene se desvalorize além de 140 por dólar.

A preocupação de Pequim com as saídas também ficou clara com o anúncio de um período de consulta em que empresas devem obter aprovação antes de vender dívida de longo prazo no exterior.

“Essa supervisão maior deve tranquilizar os investidores de que a dívida externa da China será bem monitorada e, portanto, é improvável que represente riscos para a estabilidade, mesmo com a força do dólar”, disse Chang Wei Liang, macroestrategista do DBS Bank em Singapura.

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