Mercado abrirá em 6 hs
  • BOVESPA

    109.951,49
    +2.121,77 (+1,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.125,01
    -210,50 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    78,50
    +0,03 (+0,04%)
     
  • OURO

    1.890,00
    -0,70 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    22.613,59
    -618,57 (-2,66%)
     
  • CMC Crypto 200

    520,90
    -15,99 (-2,98%)
     
  • S&P500

    4.117,86
    -46,14 (-1,11%)
     
  • DOW JONES

    33.949,01
    -207,68 (-0,61%)
     
  • FTSE

    7.885,17
    +20,46 (+0,26%)
     
  • HANG SENG

    21.485,74
    +202,22 (+0,95%)
     
  • NIKKEI

    27.588,93
    -17,53 (-0,06%)
     
  • NASDAQ

    12.603,50
    +58,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5769
    +0,0095 (+0,17%)
     

China registrou cerca de 13.000 mortes por covid em hospitais na última semana

A China registrou quase 13.000 mortes relacionadas com a covid em hospitais, entre 13 e 19 de janeiro, depois de uma autoridade de alto escalão da Saúde afirmar que a grande maioria da população já havia contraído o vírus.

Há uma semana, o governo chinês informou que quase 60.000 pessoas morreram de covid em hospitais, até 12 de janeiro.

Ontem, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China anunciou que 681 pacientes hospitalizados morreram de insuficiência respiratória por coronavírus, e outros 11.977, de outras doenças combinadas com o vírus.

Esses dados não incluem pessoas que morreram em casa.

A Airfinity, uma consultoria independente, estimou que a taxa diária de mortalidade na China atingirá o pico de 36.000 durante o Ano Novo Lunar neste fim de semana.

A empresa também estimou que mais de 600.000 pessoas morreram da doença desde que a China abandonou sua política de "covid zero" em dezembro.

A China já superou o pico de casos, segundo os registros de internações em clínicas, pronto-socorros e unidades de terapia intensiva, disse Guo Yanhong, funcionário de alto escalão da Comissão Nacional de Saúde, na quinta-feira.

- Baixa probabilidade de segunda onda -

Dezenas de milhões de pessoas viajaram neste fim de semana para se reunirem com suas famílias e celebrar o feriado mais importante do calendário chinês, neste domingo, aumentando os temores de um agravamento do surto epidêmico.

As autoridades de transporte chinesas projetam que, entre este mês e fevereiro, serão feitas mais de dois bilhões de viagens, um dos maiores movimentos de pessoas do mundo.

Na quarta-feira, o presidente Xi Jinping manifestou sua preocupação com a propagação do vírus nas áreas rurais da China, que têm menos recursos de saúde.

Em postagem na rede social Weibo neste sábado, o diretor de Epidemiologia do CDC, Wu Zunyou, afirmou, porém, que o país não vai sofrer uma segunda onda de contágios nos próximos dois a três meses, depois que milhões de pessoas viajarem das grandes cidades para suas cidades natais.

Segundo ele, cerca de 80% da população já foi infectada.

"Embora o grande número de pessoas viajando durante o Festival da Primavera possa promover uma propagação da epidemia até certo ponto (...) a atual onda epidêmica já infectou cerca de 80% da população", disse Zunyou.

"No curto prazo, por exemplo, nos próximos dois a três meses a possibilidade de (...) uma segunda onda da epidemia no país é muito baixa", completou.

No sábado à noite, moradores de Wuhan, a metrópole do centro do país onde o novo coronavírus foi detectado pela primeira vez. no final de 2019, comemoraram a chegada do Ano do Coelho com fogos de artifício, flores e oferendas aos mortos pelo vírus.

prw/je/mca/an/zm/tt