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China quer criar constelação em órbita lunar para apoiar exploração futura

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Uma constelação ao redor da Lua poderá proporcionar serviços de comunicação e navegação para futuras operações da China na superfície lunar. O país planeja iniciar o projeto com um pequeno sistema de comunicação e navegação, com lançamento estimado para acontecer entre 2023 e 2024. As informações vêm de Wu Yanhua, vice-diretor da agência espacial chinesa (CNSA), que as divulgou à imprensa do país neste domingo (24).

O uso mais imediato dos sistemas de comunicação e navegação seria como apoio da missão Chang’e 6, que irá coletar amostras, e da Chang’e 7, composta por um orbitador, um módulo de pouso, um rover e uma nave que irá investigar crateras lunares em busca de água congelada. Segundo Wu, países interessados são bem-vindos para ajudar a construir o sistema.

Mapa das crateras lunares em sombra permanente; a China quer investigá-las em busca de água congelada (Imagem: Reprodução/NASA Goddard)
Mapa das crateras lunares em sombra permanente; a China quer investigá-las em busca de água congelada (Imagem: Reprodução/NASA Goddard)

De acordo com informações de Wu divulgadas durante uma cerimônia, a missão Chang’e 6 pode ser lançada em 2024 ou 2025, enquanto a Chang’e 7 tem lançamento programado em uma janela parecida; ambas as missões devem pousar nos arredores do polo sul lunar. Assim, a China provavelmente deverá trabalhar na constelação aos poucos, acrescentando novos recursos conforme seus projetos lunares avancem.

Por exemplo, um conceito de um satélite de apoio para a missão Chang’e 7 propõe posicioná-lo em uma órbita elíptica altamente inclinada, que permitiria ligações entre a Terra e o polo sul lunar por mais de 8 horas, durante seu período orbital de quase 12 horas. Outros satélites em órbitas parecidas poderiam fornecer cobertura constante de comunicação e navegação.

Kristin Burke, pesquisador do China Aerospace Studies Institute (CASI), acredita que as atividades da missão estendida da Chang’e 5 podem ser usadas para testar novas órbitas para uma constelação. “O orbitador Chang’e 5, da China, está dando apoio a alguns acompanhamentos diferentes nas missões de exploração, incluindo futuras sondas de ciência lunar e, possivelmente, futuras naves à órbita retrógrada distante lunar”, disse.

Segundo ele, artigos acadêmicos em inglês e mandarim vêm mostrando que a China está considerando diferentes combinações de regimes orbitais para uma arquitetura de comunicação e navegação. “Parte disso inclui satélites em órbita retrógrada distante”, observou.

Fonte: Canaltech

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