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China quer controlar consumo excessivo de comida e desperdício

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Em sua nova campanha para controlar excessos em todos os aspectos da sociedade, a China agora tem como alvo o consumo exagerado de alimentos.

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Na segunda-feira, o governo de Pequim lançou um plano de ação que diz aos chineses para não pedirem mais comida do que precisam e incentiva consumidores a denunciarem restaurantes que desperdiçam alimentos. O plano também recomenda bufês para recepções oficiais em vez de banquetes, enquanto proíbe empresas de oferecerem banquetes suntuosos para “reuniões e treinamentos”.

O plano em vigor até 2025 segue diretrizes do presidente da China, Xi Jinping, para reduzir o desperdício de comida e aumentar a segurança alimentar. Ao reduzir sobras descartadas, a China também poderia diminuir a dependência de importações e a vulnerabilidade a cortes de oferta. As compras chinesas de produtos alimentícios, como milho, trigo e carne bovina, continuam a crescer ano a ano para níveis recordes.

A China também enfrenta aumento dos preços de alguns itens alimentícios, como legumes, que ameaça se tornar um problema de inflação mais generalizado. O rali chamou a atenção de reguladores: no mês passado, o Ministério da Agricultura prometeu reprimir o estoque de vegetais e garantir a estabilidade do abastecimento. Os preços dos ovos e da carne suína também subiram.

Sob o plano, serviços de catering devem lembrar clientes de pedirem a quantidade certa de comida e oferecer a opção de porções menores. As famílias são incentivadas a comprar alimentos sob demanda e a fazer “uso total” dos ingredientes.

Outros detalhes do plano incluem melhorar as condições de secagem e capacidade de produção de grãos, e administrar o fornecimento de eletricidade necessário para isso. O programa também visa apoiar e orientar agricultores sobre o armazenamento adequado de grãos, e fortalecer a infraestrutura para reduzir as perdas durante o transporte.

Outras medidas devem promover a substituição do milho e so farelo de soja na ração de suínos e frangos; fazer uso de recursos alternativos, como outras culturas ou derivados do processamento de grãos. O governo chinês também quer regular o desenvolvimento da indústria de biocombustíveis que utiliza alimentos como matéria-prima.

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