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China quer alcançar a marca de mil satélites em órbita até fim desta década

Wyllian Torres
·1 minuto de leitura

Atualmente, a China tem um total de 400 satélites orbitando a Terra — em 2010 tinha apenas 70 — e fica atrás somente dos Estados Unidos. Segundo o chefe do Comando Espacial dos EUA, James Dickinson, o país asiático pretende atingir a marca de mil satélites em órbita até o final desta década.

Em depoimento ao Congresso dos EUA, na última semana, Dickson falou sobre a China já ter desenvolvido serviços espaciais “robustos e capazes”, como o sistema espacial de vigilância e reconhecimento (IRS) do país, além de atualizar seus foguetes usados em lançamentos espaciais e as constelações de navegação por satélite. Além disso, o sistema de navegação (GPS) chinês BeiDou já trabalha em escala global.

Satélite chinês de comunicação de alta capacidade Shishi 13 (Imagem: Reprodução/CNSA)
Satélite chinês de comunicação de alta capacidade Shishi 13 (Imagem: Reprodução/CNSA)

Uma tecnologia como essa fornece ao sistema militar do país uma grande capacidade de comando e controle de suas forças. Permite também que monitorem, rastreiem e direcionem suas estratégias contra eventuais forças adversárias. O chefe de comando também pontuou que a China tem vários sistemas de laser terrestre, com potências variadas — alguns capazes até de danificar um satélite em órbita.

Não dá para negar os grandes avanços que a China tem realizado ao longo dos últimos anos. Atualmente, o país desenvolve uma ampla gama de complementos aos recursos de interferência e ciberespaço. Além disso, seus sistemas de satélites ISR são capazes de “fornecer imagens de radar de abertura sintética e eletro-óptica".

Fonte: Canaltech

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